segunda-feira, 7 de junho de 2010

A fronteira final


O Iron Maiden anunciou há pouco o nome e track list do novo álbum. The Final Frontier chegará às lojas no dia 16 de agosto e deve trazer mais do que a banda vem fazendo nos últimos anos.


Com 10 faixas, que somadas passam de 76 minutos, o novo disco promete atrair mais uma vez a atenção dos fãs. No site da banda é possível baixar o primeiro single do álbum, chamado de El Dorado.


A turnê do novo disco começará na próxima quarta-feira, dia 9, em Dallas, nos Estados Unidos e passará pelo Canadá e pela Europa. Até o momento estão marcadas apresentações até o dia 21 de agosto, o que daria espaço para eventual passagem pelo Brasil ainda em 2010.
Confira a lista de músicas do novo álbum.


1. Satellite 15.....The Final Frontier (8:40)
2. El Dorado (6:49)
3. Mother Of Mercy (5:20)
4. Coming Home (5:52)
5. The Alchemist (4:29)
6. Isle Of Avalon (9:06)
7. Starblind (7:48)
8. The Talisman (9:03)
9. The Man Who Would Be King (8:28)
10. When The Wild Wind Blows (10:59)

Michael Schenker´s Group comemora 30 anos de carreira

Para comemorar o aniversário de 30 anos de carreira, o Michael Schenker´s Group, liderado pelo lendário guitarrista alemão Michael Schenker, registrou a apresentação que fez em Tóquio, em janeiro.

Além de Schenker, o line up da banda conta também com Gary Barden nos vocais, o baterista Simon Phillips (ex-The Who), Wayne Findlay na outra guitarra e teclados e por fim, o baixista Neil Murray (ex-Black Sabbath e ex-Whitesnake).

O show abordou toda a carreira de Schenker, passando por canções como Rock Bottom e Doctor, Doctor, do lendário grupo britânico UFO - que esteve no Brasil pela primeira vez no último mês.
O trabalho assinado junto de seu irmão Rudolf Schenker, com o Scorpions, também não ficou de fora.

Músicas dos álbuns do Michael Schenker´s Group também estão presentes.
In the Midst of Beauty, foi o último álbum lançado há 2 anos pelo grupo.

A apresentação foi transmitida pelo canal NHK-BS2, e  deverá ter lançamento em DVD até o final do ano.




sábado, 5 de junho de 2010

Dolores é boa dica

Dolores O’Riordan se jogou na cena musical com unhas e dentes. Junto ao The Cranberries, escreveu sua história durante dez anos, mas foi apenas em 2007, com Are You Listening?, que a cantora e compositora irlandesa deu o pontapé inicial na carreira solo.

Agora, em meio a volta do The Cranberries - o grupo havia encerrado as atividades em 2003 -  Dolores deixa no mercado No Baggage (Music Brokers Records, R$25 em média) , segundo trabalho de inéditas da carreira que leva apenas seu nome.

Ao lado de Dan Brokdebeck, Dolores assina a produção do álbum, e traz um pop rock maduro nas onze canções que o compõem.

O produtor também participou das linhas de baixo de algumas das composições e assina as guitarras do álbum.

Switch of the Moment abre suavemente o disco, Dolores passeia por elementos com leves toques roqueiros na canção Skeleton, mesclados aos seus inconfundíveis arranjos vocais. A doce It´s You é destaque, assim como a deliciosa The Journey, canção que inclusive rendeu um clipe ao álbum.
No Baggage traz ainda uma nova versão - apesar de bela, dispensável -  para Apple of My Eye, música que consta no álbum anterior da cantora. Mas é com Throw Your Arms Around Me que Dolores sai um pouco do óbvio e traz novos elementos como batuques, flautas indianas e arranjos vocais masculinos para sua música.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Eloy e outra preciosidade

Vários artistas e bandas que tiveram seu grande momento há décadas, acabam muitas vezes caindo no esquecimento.

Mas isso nem sempre quer dizer que tenham deixado de produzir. E muitas vezes, produzir preciosidades que passam longe de ser álbuns de hits, mas sim álbuns de grande qualidade.

Uma das grandes provas disso se chama Visionary (importado), novo disco de estúdio de uma lenda do rock progressivo, o Eloy.

Original do velho continente, o grupo alemão nasceu no fim da década de 1960 pelas mãos de Frank Bornemann, músico que levanta a bandeira do grupo até hoje.

Recheado com sete canções, Visionary põe fim aos dez anos de hiato do lançamento de seu antecessor Ocean 2.

Agora, aos 40 anos de carreira, o Eloy traz no novo disco, uma deliciosa viagem pela engenharia harmoniosa a qual estão tão acostumados.

Sem soar datado, Visionary resgata toda a energia que o grupo alcançou durante os anos 1970. Frank Bornemann e suas melodias de voz  trabalham bem junto ao baixo de Klaus-Peter Matziol, deixando as canções belas e criativas, como em The Secret e Age of Insanity.

Visionary é um ótimo álbum, comparado aos trabalhos criados há 30 anos atrás, soa diferente, é claro. Não há como ser igual após tanto tempo assim.  Mas uma coisa não se pode negar: A receita ainda é deles!


Madeleine Peyroux volta ao Brasil


Após o sucesso do álbum Half the Perfect World, a cantora norte-americana Madeleine Peyroux retorna ao Brasil para divulgar Bar Bones, seu mais recente trabalho.
Madeleine se apresentará em São Paulo na terça-feira (08), às 21h, no teatro Bradesco. Os ingressos custam entre R$80 e R$350, e podem ser comprados através do site http://www.ingressorapido.com.br/.

Quatorze anos após o lançamento de Dreamland, seu disco de estreia, e cinco depois de sua primeira passagem pelo Brasil, a cantora aposta agora em um cardápio autoral. Bar Bones é o primeiro trabalho em que Madeleine deixa de lado as belíssimas regravações que costuma fazer, e passa a assinar todas as composições de um álbum.

Delicada com os arranjos, a cantora de voz deliciosa e doce, passou boa parte da vida na França, onde aos 15 anos, já tocava pelas ruas. Em sua música, jazz, pitadas de blues e folk. Tudo deliciosamente bem cuidado.

Comparada a Billie Holiday, Madeleine traz em sua refinada bagagem musical, nomes como Bessie Smith e Patsy Cline, por exemplo.
Além de Sâo Paulo, Madeleine passará também pelo Riod e Janeiro no dia 10/06 (http://www.vivorio.com.br/), em Brasília no dia 12 (61 3325-6240),  e encerra a turnê na capital do Rio Grande do Sul no dia 13 (http://www.teatrodobourboncountry.com.br/).


quarta-feira, 2 de junho de 2010

Slash inovando

Quebrar preconceitos não é tarefa fácil. É preciso coragem e, muitas vezes, arriscar o próprio pescoço.

Mas Slash, o homem por detrás da cartola que se consagrou por conta da carreira junto ao Guns n´Roses, deu a cara a tapas e foi ser feliz.

Seu novo álbum, intitulado Slash (Music Brokers, R$ 28 em média), traz o guitarrista junto de outras estrelas de várias vertentes da música e dá uma porrada no preconceito.

Esqueça os desentendimentos com sua antiga banda. Há muito tempo Slash não vive do passado. Músico ativo e engajado, dividiu a energia dos últimos anos entre o grupo Velvet Revolver e também compondo ótimas canções para a carreira solo. E o melhor de tudo: para convidados mais do que especiais.

Quem um dia poderia imaginar o roqueirão de cabelos encaracolados que toca com a famosa guitarra Les Paul empunhada para o alto gravando com Fergie, a deliciosa voz tão conhecida do Black Eyed Peas ou com Adam Levine, do Maroon 5?

Ele imaginou e escreveu cada melodia pensando em seu convidado. E que fique claro: mesmo tendo no álbum figuras de muito respeito, como Ozzy Osbourne e Ian Astbury, do The Cult, por exemplo, nomes como Kid Rock, que interpreta a bela canção I Hold On, e Andrew Stockdale, líder do grupo australiano Wolfmother, não deixam absolutamente nada a desejar aos medalhões.
Sem a menor necessidade de brilhar sozinho, Slash dá o espaço que cada músico precisa para deslizar pelas canções. Cuida com delicadeza dos arranjos, é furioso quando necessário e faz a guitarra gritar em solos que são dignos de se tirar o chapéu – ou melhor, a cartola.

Além da elegância com que Iggy Pop encerra o álbum, Slash traz também a bela voz de Chris Cornell, que acaba de reacender o fogo do até então extinto Soundgarden.

O vozeirão rouco de Lemmi Kilmister, líder do Motorhead, não poderia ficar de fora. Está lá, pouco antes de Rocco de Luca. E, é claro, há espaço também para os amigos Duff McKagan (ex-Guns) e Dave Grohl (Foo Fighters). Slash conseguiu uma grande vitória ao mostrar que música boa é música boa e está acima de quem a faça.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Joe Satriani ao vivo em Paris

Joe Satriani é o típico músico que você ama ou detesta. Mas com uma coisa até os mais conservadores tem de concordar: Com talento inegável, Satriani inovou o jeito de tocar e marcou seu lugar entre os nomes de maior importância na música.

Uma chance de conferir seu talento é através de seu novo lançamento. Gravado em 2008, o DVD Live in Paris: I Jusy Wanna Rock (Sony Music, R$29 em média) traz Satriani em ótima forma, durante a turnê de divulgação do álbum Professor Satchafunkilus and the Musterion of Rock.

Registrado no teatro Grand Rex, Live in Paris traz Satriani acompanhado de suas guitarras Ibanez, e também do guitarrista Galen Hensen, do baixista Stuart Hamm e do baterista Jeff Campitelli.
Satriani exibe canções como I Just Wanna Rock, que abre o concerto,  Overdriver, Flying in a Blue Rainbow e Out of the Sunrise.

Escolhida a dedo, a composição Ghost, que teve lançamento como faixa-bônus apenas em algumas edições de Professor Satchafunkilus and the Musterion of Rock, é a grande surpresa da apresentação. Outro destaque fica por conta da infalível Surfing with the Alien, seu grande clássico.

Como bônus, o lançamento ainda brinda os fãs com uma entrevista e cenas de bastidores.

A apresentação é empolgante, o som está perfeito, e os músicos são indiscutivelmente excelentes. Mas os efeitos especiais são exageradamente chatos. Menos parafernalha da próxima vez, mr.Satriani.

Vagas de trabalhos na internet: Moda, tecnologia, meio ambiente e muito mais