Enquanto o Metallica estava em São Paulo para duas apresentações no último final se semana, James Hetfield, homem de frente do grupo Metallica, conseguiu uma folguinha antes do show do domingo para acelerar um Porsche 911GT3 CUP no circuito de Interlagos.
Veja os vídeos e saiba mais aqui no blog do Monegato
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Campo do rock
O Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em São Paulo, promove durante os meses de fevereiro e março uma série de apresentações que homenageiam o chamado rock rural, que tem entre os seus principais expoentes O Terço, Sá & Guarabyra e Zé Geraldo.
Os shows, que começaram ontem, com O Terço acontecem toda a terça-feira no Centro, à Rua Álvares Penteado, 112, com ingressos a R$ 6 (com meia entrada). A agenda de apresentações prossegue até o dia 9 de março.
A estrutura montada pelo CCBB mescla artistas antigos com novos expoentes, como Matuto Moderno e Zé Hélder. A apresentação mais marcante, no entanto, deve ser a de Sá & Guarabyra, já que além serem os pioneiros no estilo, não contam mais com Zé Rodrix, falecido no ano passado.
A doçura de Marina Celeste
Uma nova safra de músicos franceses tem mostrado que seus pés estão mais aqui do que lá do outro lado do oceano. Marina Celeste é uma das figuras que se destaca entre os talentosos músicos.THE ANgel POP, terceiro trabalho solo da cantora é a bola da vez. Sua marca registrada: Voz doce e a forte influência da música brasileira.
Marina lançou há 3 anos Acidule, seu primeiro trabalho solo.
Ela já havia trabalhado com o grupo Nouvelle Vague fazendo releituras de clássicos do rock, punk e pop com roupagem bossa nova. Eles deram o ar da graça aqui no Brasil em apresentação afinadíssima em 2007.
Cinema Enchanté, é outro trabalho assinado pela cantora. Trata-se de um álbum conceito com interpretações de canções raras de filmes da década de 1960 do cinema francês recheado com belos arranjos.Escute a música no site oficial
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THE ANgel POP
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Paul McCartney a todo o vapor
O velho Beatle mostra que está em plena forma e desfila clássicos de toda a sua carreira durante apresentação magistral.O nome do pacote que traz dois CDs e um DVD é Good Evening New York City.
Leia tudo aqui, no Diário do Grande ABC
domingo, 31 de janeiro de 2010
Metallica pra valer!
O estádio do Morumbi foi tomado aos poucos por pessoas de várias partes durante a tarde de sábado (30). Era possível notar a mistura. Paulistanos, paulistas, mineiros, catarinenses, argentinos, gente de todas as partes com um mesmo objetivo. Assistir ao show de uma das bandas mais poderosas do planeta.
O Metallica chegou ao Brasil pela quarta vez para presentear os fãs com canções de seu novo álbum, Death Magnetic.
Bastou a noite começar a cair, e o quarteto brasileiro Sepultura subiu ao palco para iniciar a maratona sonora. O quarteto hoje liderado pelo guitarrista Andreas Kisser trabalhou músicas de A-Lex, mais recente trabalho da banda. Mas a energia era vista mesmo durante clássicos da fase Cavalera como em Inner Self, Arise e Roots Bloody Roots.
Às 21h40, diante de um céu estrelado com lua cheia, e sem sinal algum de chuva, as luzes se apagaram todas, e então a introdução The Ecstasy of gold, de Ennio Morricone, anunciou que era chegada a hora. James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammet e Robert Trujillo subiram ao palco.
Ansiosos pelos primeiros acordes, os cerca de 68 mil espectadores foram presenteados com Creeping Death e For whom the bell tolls, ambas do álbum Ride the Lightning, de 1984.
A sequência escolhida a dedo foi The Four Horsemen, canção de Kill´em All, álbum de estréia do quarteto, seguida de Harvester of Sorrow.
Na platéia, alguns que assistiam ao Metallica pela primeira vez eram tomados por tamanha energia, outros, mal conseguiam piscar os olhos, fascinados diante de tamanho espetáculo.
Aquilo que era impossível imaginar há alguns anos ontem foi visto acontecendo com naturalidade, James Hetfield e Lars Ulrich, lado a lado, trocando energia e sorrrindo como fazem bons companheiros.
Kirk Hammet é um monstro na guitarra. Simpático, o mais velho dos quatro músicos esbanjava os tão conhecidos solos com delicadeza, como na belíssima Fade to Black. Trujillo comandou seu baixo pulando o tempo todo, como se aquilo tudo fosse apenas uma boa brincadeira.
Das novas, That was just your life emendada por The day that never comes não deixaram dúvidas do novo poder de fogo dos rapazes. Sad But True foi dedicada ao Sepultura. Outra nova poderosa, Broken, beat & Scarred, dedicada ao público presente, deu sequência ao set list.
Hetfield perguntava incansávelmente ao público, se as pessoas estavam sentindo a mesma coisa que a banda, sobre a energia que a música exalava naquela noite.
O estádio foi tomado por explosões de fogos de artifícios e fogo que saia dos lança-chamas. Era o anúncio de One, um dos maiores clássicos do Metallica.
Master of Puppets foi cantada em uníssono. Blackened, do álbum And Justice for All, mostrou que Lars Ulrich é sim um dos maiores bateristas de todos os tempos.
Com clima intimísta, Hetfield dedilhou os acordes de Nothing Else Matters sentado em um banquinho, cantada em coro por todos os presentes. Enter Sandman colocou o lugar abaixo, não deixando dúvidas sobre a importância do famoso álbum preto na história da banda.
Já no bis, o Metallica homenageou um grupo que faz parte de sua bagagem musical, com sua versão para Stone Cold Crazy do Queen.
O 'Grand Finale' se deu com Motorbreath e Seek and destroy, ambas de Kill´em All.
Hetfiled não cansou de dizer que o Metallica ama o Brasil. Eles ficaram ainda no palco por alguns bons minutos jogando palhetas e brincando com a platéia. Todos os músicos foram ao microfone agradecer pela noite.
Foram duas horas de clássicos executados com perfeição, energia e muita simpatia em noite memorável.
Nós é que agradecemos!
Set list do show de sábado:
Creeping Death
For Whom the Bell Tolls
The Four Horsemen
Harvester of Sorrow
Fade to Black
That Was Just Your Life
The End of The Line
The Day That Never Comes
Sad But True
Broken, Beat & Scarred
One
Master of Puppets
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman
bis
Stone Cold Crazy (cover do Queen)
Motorbreath
Seek and Destroy
Set list do show de sábado:
Creeping Death
For Whom the Bell Tolls
The Four Horsemen
Harvester of Sorrow
Fade to Black
That Was Just Your Life
The End of The Line
The Day That Never Comes
Sad But True
Broken, Beat & Scarred
One
Master of Puppets
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman
bis
Stone Cold Crazy (cover do Queen)
Motorbreath
Seek and Destroy
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sábado, 30 de janeiro de 2010
Mais Metallica

O show do Metallica acontece hoje em São Paulo. Como forma de aquecimento, o Pilha na Vitrola elaborou um pequeno especial sobre três álbuns da banda.
A escolha procurou contemplar os diversos momentos que o grupo passou em sua carreira e a importância que estes trabalhos tiveram na história do Metallica.
A escolha procurou contemplar os diversos momentos que o grupo passou em sua carreira e a importância que estes trabalhos tiveram na história do Metallica.
Auge criativo
Soam os primeiros acordes de Blackened. A banda teria chegado ao limite de sua agressividade? Depois de Master of Puppets, que fortaleceu o nome da banda na Europa, quando participou de diversos festivais, a expectativa era grande pelo novo trabalho.
A estreia de Jason Newsted no grupo por ironia marcou justamente o álbum com menos linhas de baixo da banda... Newsted que entrara no lugar de Cliff Burton, morto em 1986 em um acidente de ônibus, não reclamou por ter aparecido pouco.
Mas tratando diretamente do álbum, temos uma banda soando pesada e progressiva. Músicas longas, solos trabalhados e boas quebradas. Só que tudo com uma produção simples, feita pelos próprios integrantes com o auxílio de Flemming Rasmussen.
Entre as grandes músicas que constam na bolacha vale destacar a faixa título, um tema épico de quase 10 minutos e One, que pode ser considerado o primeiro grande hit do Metallica.
...And Justice For All pode ser considerado o auge criativo da banda. O momento em que as ideias e o poder de fogo estavam equilibrados e funcionando muito bem.
A vitoriosa transição
O Metallica chegou aos anos 1990 como uma das principais bandas de metal do mundo. Ao lado do Iron Maiden, o grupo estava no topo das paradas e tinha a tarefa de gravar um sucessor a altura de ...And Justice For All, um petardo, com um lado mais progressivo, mas igualmente pesado.
Metallica ou o Black Album, chegou às lojas em 1991 e de cara deu um choque nos fãs. O peso continuava, mas a banda mostrava que nos próximos anos iria apostar em algo diferente, mais voltado ao hard rock e até mesmo ao rock tradicional.
Outro ponto que chama a atenção no disco é a presença maior do baixista Jason Newsted, que de certa forma acabou sacrificado no trabalho anterior. Além disso, a chegada do produtor Bob Rock tranrsformaria para sempre o som do grupo. O grande ponto do álbum é que foi a primeira vez que a banda pensou em músicas que poderiam virar singles. É o caso de Nothing Else Matters e The Unforgiven.
Além das clássicas Enter Sandman e Sad But True, vale destacar Wherever I May Roam e Hollier Than Thou, que podem pintar nos shows de São Paulo.
O renascimento
Quando se falava do Metallica no começo da década passada, quase sempre a referência era algum clipe na MTV, alguma terapia em grupo, alguma promessa de volta às raízes...
Depois de protagonizarem um dos maiores fiascos, com o lançamento de St. Anger, a banda percebeu que era de hora de salvar o que restava da sua reputação e mostrar que ainda poderia mostrar poder de fogo.
Death Magnetic foi gestado entre 2006 e 2009 e pode ser considerado o primeiro álbum da atual formação, com Rob Trujillo no baixo. As composições podem ser consideradas como estando entre o Justice e o Black. Flertes com rock tradicional, com a velha pegada.
Entre as pedradas vale destacar That Was Just Your Life, The End of the Line e Cyanide. Muito peso e bons vocais. Uma banda em fúria, o que sempre se esperava do Metallica.
Os shows de São Paulo terão boa parte dessas músicas e por isso serve como uma ligação entre aqueles que viram a banda nos anos 1980, nos anos 1990 e perderam a oportunidade de ver em 2004, quando os shows foram cancelados em cima da hora.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Rock in Rio longe daqui
Bon Jovi foi anunciado como um dos grandes nomes que estarão presentes no festival Rock in Rio Madrid 2010. O show marcado para 4 de junho na cidade espanhola fará parte da turnê de divulgação de Circle, mais recente trabalho de John Bon Jovi e sua trupê.
O grupo responsável por vários sucessos nos anos 1980 encerrará a noite de abertura do festival. A banda já havia participado da versão portuguesa do festival em 2008.
O festival que nasceu no Rio de Janeiro, comemorou este mês 25 anos de sua primeira edição, e nós por aqui ficamos só na vontade por enquanto.
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