Da gelada Rússia, o grupo de heavy metal Pushking coloca nas prateleiras ‘The World As We Love It' (Hellion Refcords, R$25 em média), seu novo álbum. Formada em 1994 pelo vocalista e compositor Konstantin "Koha" Shustarev, o quinteto, que conta também com Nikolai Yegerev e Dmitry Losev (guitarras), Valeriy Sadakov (baixo), Andrey Kruglov (bateira) e Vicktor Drobysh (teclado), resolveu pincelar e regravar 19 canções que passeiam por toda sua carreira.
Só que desta vez, os russos trouxeram participações para lá de especiais para suas composições. Figuras como Billy Gibbons, vocalista e guitarrista do trio norte-americano ZZ Top, Nuno Bettencourt, guitarrista do Extreme, Alice Cooper e seu guitarrista Keri Kelli figuram na empreitada.
O álbum tem produção de Fabrizio Grossi, italiano que já trabalhou com Glenn Hughes, Alice Cooper, Steve Lukather, Ice T e Slash.
As canções ganharam a cara de seus convidados. Billy Gibbons emprestou sua guitarra e sua voz para a pesada faixa ‘Nightrider'. Misturas jamais imaginadas podem ser apreciadas no álbum, como Gibbons e Nuno Bittencourt juntos, na música ‘It'll Be Ok'.
Nome importante da década de 1970, John Lawton, ex-vocalista do Uriah Heep, dá belo tom ao som ‘Stranger Song'.
Paul Stanley, vocalista e guitarrista do Kiss, também dá o ar da graça com sua bela voz. O guitarrista Steve Vai, o vocalista Graham Bonnet, Glenn Hughes e Joe Bonamassa - ambos do Black Country Comm- e até o alemão Udo Dirkschneider comparecem, entre tantos outros.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Alice Cooper - Galeria de fotos do show de São Paulo - Credicard Hall - 02/06/2011
O grande vocalista Alice Cooper voltou à São Paulo e nos presenteou com uma apresentação cheia de surpresas sensacionais. Abaixo você pode conferir a nossa galeria de fotos exclusivas deste show.
Fotos: Ronaldo Chavenco
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Alice Cooper em São Paulo 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Alice Cooper encanta novos e velhos fãs em SP
Vinícius CastelliO teatro do horror marcou presença em grande estilo na noite de quinta (02) na capital paulista. Lenda viva do rock, o vocalista e compositor Alice Cooper se apresentou no Credicard Hall diante de cerca de 5 mil pessoas. Em sua quarta visita ao País - a primeira foi em 1974 - o músico trouxe a turnê batizada "No More Mr.Nice Guy Tour" e mergulhou nos primórdios da carreira.
Às 22h as luzes se apagaram e a introdução de 'The Black Widow" tomou conta do local. O pano - pintado com o rosto de Alice - que cobria toda a frente do palco caiu e o vocalista, vestido de aranha e com sua clássica maquiagem, deu o ar da graça. Da fase mais recente da carreira, "Brutal Planet" veio em seguida, calcada em timbres pesados. O público misturado por sessentões e adolescentes de rosto pintado com a maquiagem do artista enlouqueceram quando a banda tirou da manga o petardo "I'm Eighteen", presente no disco "Love It To Death", de 1970.
O palco enfeitado por bonecas e por toda uma parafernalha que compõe seu show só foi um charme a mais diante de repertório tão caprichado. "Under My Wheels" chegou com harmonia belíssima do baixo de Chuck Garric. Como se não bastasse, Alice, na sequência, apresentou outro clássico: "Billion Dolar Babies". A sonoridade cuidadosamente 'vintage' dos instrumentos de corda, para alegria dos mais velhos, remetia o tempo todo aos anos 1970.
"Hey Stoopid", clássico dos anos 1990, também não faltou ao setlist do músico norte-americano. Mas não era o bastante, e Alice pincelou ainda mais suas memoráveis canções. "Is It My Body" chegou cheia de energia e engrandeceu ainda mais a apresentação. Como um maestro, Alice, de olhos atentos para a banda, regeu a psicodélica "Halo Of Flies". A composição original do disco "Killer" foi recheada por improvisos e mostrou que esta é uma das melhores bandas que já acompanharam o Alice.
Foi em "Feed My Frankstein" - momento mais insano do show - que a banda deu sequência ao teatro de Alice. Junto de seu assistente, o vocalista coloca fogo em uma máquina no palco e dela sai um gigante Frankstein com a cara de Alice.
O show ainda teve a poderosa "Poison", "I Love The Dead" com a tão conhecida cena em que a cabeça de Alice é decaptada por uma enorme guilhotina. "School's Out", do álbum homônimo, foi cantada em uníssono e teve intervenções inteligentes da canção "Another Brick In The Wall", do Pink Floyd.Já no bis, Alice fez sátira aos políticos com a canção "Elected" - eleito, em português. Fechou a apresentação de pouco mais de 1h30 com homenagem a Jimi Hendrix com a composição "Fire". Banda feliz e público para lá de satisfeito. Alice, suas canções e seus shows, perduram já há mais de quatro décadas, e cá entre nós, está longe de soar datado.
Fotos: Ronaldo Chavenco
terça-feira, 30 de novembro de 2010
O teatro de Alice
A apresentação de um figurão como o cantor norte-americano Alice Cooper é algo surpreendente. O músico que já esteve três vezes no Brasil, não se contenta apenas com as ótimas composições que faz, muitas delas aliás, já beiram os 40 anos isso sem contar nas canções mais recentes. Alice é daqueles músicos incansáveis, faz questão de produzir ótimos discos até hoje.
Quando Alice começou, para ser diferente dos demais, implantou ao seu show, um verdadeiro teatro de horror.A gravação realizada em Londres, no Hammersmith, em 2009, para o DVD Alice Cooper – Theatre of Death (Universal Music, R$ 44,90), que também traz um CD, ilustra bem a ideia de show do lendário músico.
Além do prato principal, recheado por canções como Is It My Body, Be My Lover, Welcome To My Nightmare e Killer, o cantor, aos 62 anos, também pinta o rosto, pula, faz caretas, fica preso na camisa de força, se debate com a enfermeira – interpretada por sua filha Calico Cooper –, e propõe um verdadeiro espetáculo ao fã. Alice passa longe de ser apenas um músico. Se ainda tem alguma dúvida, basta assistir.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Supergrupo da pesada


Vira e mexe o rock nos revela alguns supergrupos. Ainda nos anos 60, tivemos o Blind Faith, formado por Eric Clapton e Steve Winwood, como principal tradução do que seria uma banda formada por músicos já consagrados.
Mas sem querer comparar e passando muitos anos adiante, temos agora o Black Country. Formado pelo lendário vocalista e baixista Glenn Hughes (Deep Purple, Black Sabbath e Trapeze), pelo guitarrista Joe Bonamassa, pelo tecladista Derek Sherenian (Dream Theater, Alice Cooper, Billy Idol) e pelo grande baterista Jason Bonham (UFO, Foreigner e por que não Led Zeppelin), o grupo tem tudo para ser a grande novidade do rock neste ano.
A banda já tem seis músicas prontas e deve retomar as gravações em março. O disco, que deve ser lançado no final de 2010, está sendo produzido por Kevin Shirley, que já trabalhou com Led Zeppelin, Iron Maiden, Dream Theater, Aerosmith, entre outras bandas. O nome do grupo foi escolhido por conta da região que tanto Glenn quanto Jason nasceram.
Resta esperar para ver o tamanho do estrago, já que uma turnê está sendo cogitada para divulgar o trabalho.
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