sábado, 13 de abril de 2013

Symphony X - Galeria de Fotos - Carioca Club - 12/04/2013

Uma performance matadora, um set list sensacional,  músicos fenomenais e um dos melhores e mais carismáticos vocalistas dos metal. Some tudo isso e você terá idéia do que foi o show do Symphony X no Carioca Club. PERFEITO !!! . Abaixo você pode conferir a nossa galeria de fotos exclusivas deste show. 

Fotos: Ronaldo Chavenco

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Carcass - Galeria de Fotos - Carioca Club - 11/04/2013

O Carcass voltou à São Paulo, trouxe seu Death Metal arrasador ao Carioca Club e fez o local estremecer. Abaixo você pode conferir a nossa galeria de fotos exclusivas deste show. 

Fotos: Ronaldo Chavenco

quinta-feira, 11 de abril de 2013

David Bowie em forma



Quando o assunto é música, tem certas coisas que são atemporais, ultrapassam barreiras e estão acima de gênero e geração. David Bowie resolveu finalmente dar o ar da graça. E, se tem algo que lhe fez bem, apesar da difícil espera por parte dos apreciadores de seu trabalho, foi o tempo. 


Após uma década sem trabalho novo, o camaleão do rock volta inspirado, cheio de artimanhas e traz álbum de inéditas repleto de surpresas positivas. The Next Day (Sony Music, R$ 29,90 em media) chega para os ouvintes com 17 composições, sendo três delas bônus.
Enquanto preparava o disco, nenhum sinal foi dado pois Bowie fez tudo às escondidas. A fumaça de que algo novo seria possível só se deu com o lançamento do single Where Are We Now?, lançado em 8 de janeiro, quando completou 66 anos.

Gravado em Nova York, The Next Day, 24º trabalho de sua vasta discografia, tem produção de Tony Visconti que, diga-se de passagem, realizou excelente trabalho, e promove resgate das raízes de Bowie.

Quando a expectativa é grande, a decepção pode ser maior ainda. Mas The Next Day passa longe, muito longe disso. O disco mergulha na década de 1970, a começar pela capa ideia assinada pelo designer gráfico Jonathan Barnbrook , uma reprodução da arte do icônico disco Heroes, de 1977, só que agora com um selo branco com o nome do novo trabalho por cima da foto original.

Mas não é só isso. A sonoridade é o que mais remete à década áurea do cantor britânico e chega a lembrar trabalhos como Low, de 1977. Mas tudo isso acontece sem soar nem um pouco datado. Bowie consegue buscar a essência do que realizou e traz para os dias de hoje, com sonoridade atual.

ROCK EM ESSÊNCIA
David Bowie versão 2013 é rock em essência e excelência, no melhor estilo do cantor. Para comprovar isso basta escutar a faixa The Stars (Are Out Tonight), segundo single do disco.

Com refrão digno de tornar a canção um clássico no repertório das apresentações caso ele as faça , Id Rather Be High é outra que embala a pegada roqueira e marca presença de destaque na obra.

Bowie não se promove com rock apenas na nova empreitada. Ele vai muito além e traz ao cancioneiro respiro e calmaria em composições delicadas e muito b e m arranjadas como Heat, em que coloca seu vozeirão em pano de fundo criado por acordes de violão.

Where Are We Now? traz diversos instrumentos, todos bem empregados, consequência de décadas de experiência. Arrastada, Dirty Boys é outra canção versátil. Rodeada por instrumentos de sopro, tem sonoridade jazz.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Paul Di'anno - Galeria de Fotos - Carioca Club - 07/04/2013

O lendário Paul Di'anno esteve em São Paulo, lotou o Carioca Club de fãs e fez uma apresentação memorável em sua turnê de despedida dos palcos. Abaixo você pode conferir a nossa galeria de fotos exclusivas deste show. 

Fotos: Ronaldo Chavenco

domingo, 7 de abril de 2013

Accept - Galeria de Fotos - Carioca Club - 06/04/2013

Em sua segunda passagem pelo Brasil, os alemães do Accept abarrotaram o Carioca Club de fãs e fizeram um show perfeito em todos os sentidos. Abaixo você pode conferir a nossa galeria de fotos exclusivas deste show. 

Fotos: Ronaldo Chavenco

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Foreigner - entrevista


Não tem como ir a um concerto do Foreigner e não cantar ao menos um trecho de alguma canção. Donos de músicas que ecoaram pelas rádios FMs nos anos 1970 e 1980, a banda de pop rock chega ao Brasil para show em São Paulo.
O grupo norte-americano toma conta do palco do HSBC Brasil no sábado, a partir das 22h. As entradas custam de R$ 200 a R$ 380 e podem ser adquiridas nas bilheterias da casa ou pelo site www.ingressorapido.com.br.
Popular, a banda que já vendeu mais de 70 milhões de discos chega ao País para divulgar Can't Slow Down, seu mais recente trabalho de estúdio. Segundo disse ao Diário o saxofonista
Tom Gimbel, "nunca se sabe o que esperar de uma apresentação do Foreigner", conta animado.
"O cantor Kelly Hansen é insano. Outra noite ele estava cantando na plateia e subiu em cima de uma mesa e começou a dançar, caiu de cabeça e continuou cantando e dançando sem perder o ritmo. Só soubemos disso no fim do show quando mostrou o galo em sua cabeça."
Além de Hansen e Gimbel, o Foreigner conta com o guitarrista Bruce Watson, que neste show fica no lugar de Mick Jones - único músico da formação original -, Jeff Pilson (contrabaixo), Michael Bluestein (teclado) e Chris Frazier (bateria).
Em sua bagagem, além do sucesso de vendas e dos 37 anos de estrada, a banda carrega clássicos como Cold As Ice, Hot Blooded, Urgent, Jukebox Hero e Waiting For A Girl Like You. E é bem provável que todas elas ilustrem o repertório. Gimbel avisa da possibilidade de surpresas no setlist e que o público pode esperar pelos grandes hits do conjunto. "Algumas vezes as pessoas reconhecem nossas músicas e nem sabiam que se tratava de um som do Foreigner", diz.
"Nós também tocaremos uma bela versão acústica para Say You Will, arranjada pelo nosso contrabaixista. Frazier fará um monstruoso solo de bateria e eu farei o saxofone de Urgent e Long Long Way From Home".
CW8Falar em disco novo ainda é assunto que pode demorar. A banda ainda divulga Can't Slow Down e tem nos planos para 2014 realizar turnê acústica. Mas as ideias podem surgir, segundo ele.
Gimbel se diz honrado e sortudo por tantas pessoas gostarem da música que fazem. Ele conta ainda que sente muito prazer em fazer parte de uma banda como o Foreigner e que uma das partes mais legais é fazer show e interagir com o público.
"Sinto como se fizesse novos amigos e reencontrasse antigos. A energia e emoção em um show é pura adrenalina, é maravilhoso. É como se a energia positiva se transferisse da banda para o público e vice-versa", afirma. "Além disso, estar em uma banda é como estar em uma família, e temos a sorte de ter uma equipe fantástica, de modo que torna-se uma alegria fazer turnê ao redor do mundo ano após ano".
Foreigner - Show. Sábado, a partir das 22h. No HSBC Brasil - Rua Bragança Paulista, 1.281, São Paulo. Tel.: 5646-2120. Ingr.: R$ 200 a R$ 380.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Vida de Johnny Ramone é relatada em livro


Agora é possível saber com exatidão a respeito da vida de um dos maiores ícones da música, o guitarrista Johnny Ramone, da lendária banda de punk Ramones. Chega às prateleiras a autobiografia Commando (Editora LeYa, R$ 44,90 em média, 176 págs.).
Escrito quando descobriu que tinha câncer na próstata, o livro foi lançado oito anos após sua morte. O relato de sua trajetória chega com riqueza de detalhes. A imagem do rapaz revoltado, sempre trajando calça jeans surrada e camiseta velha fica clara ao longo das páginas.
Johhny teve seus momentos de rebeldia, principalmente na adolescência, em Nova York. Bateu em um garoto e no pai do garoto, assaltou uma farmácia e fez seu pai tirá-lo da delegacia por duas vezes. Outro fato que repercutiu foi ter agredido Malcolm McLaren, empresário do grupo britânico Sex Pistols, por conversar com sua namorada.
Mas nem só disso era feito Johnny Ramone. Além da genialidade musical que o consagrou em discos como Rocket To Russia e End Of The Century, no palco e fora dele, quando se tratava de música, era um homem sério. Não tolerava atrasos e muito menos que algum músico da banda subisse ao palco embriagado ou drogado.
Antes da música, Johnny trabalhou na construção civil, junto de seu pai. Fã de beisebol, apaixonado por seu país e pela música de Elvis Presley, Johnny, nascido John Cummings, fala do início do Ramones, em janeiro de 1974, com a formação toda invertida: Joey, cantor, iniciou na bateria, Dee Dee, baterista, começou na banda como cantor.
Recheado por fotos que vão desde a infância de Johnny, o livro de capa dura traz também prefácio do amigo Tommy Ramone e avaliação feita por Johnny de todos os discos do Ramones.

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