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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Roqueiros homenageiam Michael Jackson

Vários artistas do cenário metal mundial se uniram para regravar faixas do músico norte-americano Michael Jackson. 

Quem assina o projeto batizado Thriller - A Tribute to Michael Jackson é o guitarrista e compositor norte-americano Bob Kulick.

Entre os figurões estão Chuck Billy, vocalista da banda Testament, responsável pela canção que dá nome ao disco. Doug Aldrich, guitarrista do Whitesnake é outro que participa, ao lado do contrabaixista do Queensryche Rudy Sarzo. 


O ex-guitarrista do Kiss Bruce Kulick também faz parte da lista e assina a guitarra em Black or White. Corey Glover do Living Colour e o Motörhead Phil Campbell se unem para apresentar versão de Billy Jean. Até Paul Di' Anno, primeiro cantor da lendária banda britânica Iron Maiden, presta homenagem ao artista. No total 13 faixas completam a obra.

Confira abaixo algumas canções:

Thriller - com Chuck Billy (Testament)
https://www.youtube.com/watch?v=cxSdi90CEfg

Bad - Paul Di'Anno e Craig Gold 
https://www.youtube.com/watch?v=8RPWWuVP3ZI

Black or White - Lajon Whiterspoon (Sevendust, Bruce Kulick (es-Kiss) e Tony Franklin (The Firm). 
https://www.youtube.com/watch?v=_5pyZbxfcRg#t=16




domingo, 3 de fevereiro de 2013

Bruce Kulick - Galeria de Fotos - Manifesto - 02/02/2013

O guitarrista Bruce Kulick (ex-Kiss) esteve em São Paulo e ao lado da banda Killers Kiss Cover e do argentino Sebastian Gava lotou o Manifesto e fez um show repleto de grandes clássicos do Kiss. Abaixo você pode conferir a nossa galeria de fotos exclusivas deste show.

Fotos: Ronaldo Chavenco

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Quer ingressos para ver Bruce Kulick?


Lendário guitarrista norte-americano e ex-Kiss Bruce Kulick se apresenta em São Paulo no sábado (02/02). Ele sobe ao palco do Manifesto Bar, a partir das 18h. Os ingressos custam de R$ 60 a R$ 120 e podem ser comprados pelo site www.ticketbrasil.com.br e nas bilheterias da casaEle volta ao País e se apresenta ao lado da banda Killers Kiss Cover.

Pilha na Vitrola, em parceria com o Manifesto, vai dar dois pares de ingresso para o show.

Para participar diga o nome de dois discos gravados por Bruce com o Kiss e também por qual razão você deve ganhar um par de ingressos. Além de corretas, as duas melhores respostas levam um par de ingressos cada para a apresentação. 
Mande suas respostas para o e-mail vinicastelli@gmail.com.

Obs: Não nos responsabilizamos pelo cancelamento ou qualquer outro problema com relação ao show e ingressos.

Bruce Kulick: 
Banda de apoio: Killers (Kiss Cover) 
Data: 02 de fevereiro (sábado) 
Horário: 18h 
Preço: Pista promocional: R$ 60 
Camarote promocional: R$ 120 
Vendas: Manifesto e Hole (Galeria do Rock) 
Vendas online e outros pontos: www.ticketbrasil.com.br 
Bruce Kulick: www.kulick.net 
Killers: www.kisscover.com 
Manifesto Bar: www.manifestobar.com.br

terça-feira, 11 de maio de 2010

Bruce Kulick incendiário

Quando o guitarrista Bruce Kulick deu seus primeiros acordes, a década era a de 1970. Mas foi nos anos 1980, com o grupo Kiss, que o talentoso e tímido músico começou a ganhar o mundo.

Nova-iorquino e irmão do também guitarrista Bob Kulick, Bruce assinou ótimos álbuns junto ao grupo, e hoje vive momento consolidado em sua carreira solo.
BK3 soa grandioso, maduro, traz solos incendiários. Em sua melhor fase, Kulick reúne 11 canções cheias de boas ideias, e deixa claro que pode sim se sair muito bem por conta própria.
Em entrevista ao Pilha na Vitrola, Kulick conta sobre o processo de criação de BK3, novo álbum de estúdio e terceiro de sua carreira não tão solitária assim.

Para saber as novidades de Kulick e comprar seus álbuns acesse
http://www.kulick.net/
www.facebook.com/officialbrucekulick

Veja abaixo como foi o papo com o músico.

Pilha - Escutando todos seus álbuns solos, primeiro Audiodog, depois Transformer e agora BK3, é fácil perceber que mesmo com todos os anos de experiência, você ainda consegue melhorar e surpreender com suas composições. As músicas estão mais maduras, qual o segredo?

Kulick - Eu realmente quis fazer a melhor música possível, e minha referência foi o álbum Revenge, do Kiss. Meu produtor Jeremy Rubolino e eu realmente tivemos como objetivo, fazer a música mais forte que pudéssemos. Então, não há segredo, senão trabalhar realmente duro para fazer a melhor música possível. Eu me sinto muito bem sobre o que realizamos, e as críticas concordam.

Pilha - Você acha que é mais fácil trabalhar sozinho, lançando álbuns solo, onde você pode e ao mesmo tempo, tem que resolver tudo por si mesmo, e em que ponto você sente falta de fazer parte de uma banda?
Kulick - Eu sinto falta de estar em uma banda, mas certamente eu tive um parceiro no crime, o Jeremy, para o CD BK3. Discos solo te dá a oportunidade de ter a palavra final sobre as coisas, o que é difícil às vezes, mas gratificante quando os resultados são bons.

Pilha - Seu novo álbum soa muito bem, o som das guitarras são ótimos e os solos com wah-wah são incendiários. Como funciona para você encontrar o timbre certo para cada música?
Kulick - Eu tenho minhas ferramentas, como costumo dizer. Eu sei o que funciona para o som, e estou sempre pronto para tentar novas combinações de pedais e amplificador.
Mas eu sou abençoado com uma boa aparelhagem, e sei como usá-la.

Pilha -  Há algo no novo álbum que saiu de improviso durante as sessões de gravação e ficou gravado assim?
Kulick - O solo de I'm The Animal, cantada por Tobias Sammet, foi muito improvisado. Eu estava no estúdio na casa de Jeremy com uma reedição da guitarra Lês Paul 59 Sunburst e um Line 6 pod! E o solo foi tão natural, feito ali mesmo, nós acabamos deixando assim! É um grande som.

Pilha -  Eu acho que muitas pessoas ficaram surpresas com o resultado da voz de Nick Simmons (filho do baixista gene Simmons) na canção Hand of the King.
Kulick - Nick tem uma grande voz e fiquei honrado quando Gene sugeriu para que ele aparecesse no meu CD. Ele fez um ótimo trabalho.

Pilha - Qual foi o sentimento quando deixou o grupo Kiss para mergulhar na carreira solo e outros projetos, foi como sair da casa dos pais?
Kulick - Sim, foi muito difícil no começo. Uma das coisas boas em ser parte do KISS é que você sabe que Gene Simmons e Paul Stanley (fundadores e líderes do grupo norte-americano) tem uma direção clara para a banda, e você está junto para o passeio.
Caminhando por você mesmo, é como sair de casa pela primeira vez. Mas eu sabia como trabalhar duro e aplicar-me.

Pilha - Você busca novas bandas, ou você é um pesquisador de raridades? O que você está ouvindo?
Kulick - Eu gosto de MUSE, Wolfmother e o novo CD Slash, só para citar alguns.

Pilha - O que você acha que é mais gratificante, compor, criar, ou receber a arte?
Kulick - Bem, eu desfruto de ambos. Obviamente, a criação de algo que eu tenha orgulho é muito importante e gratificante.

Pilha - Falando sobre todos os discos que você fez com o Kiss, particularmente qual é o mais importante para você?
Kulick - Há muitos destaques em vários álbuns do KISS, mas REVENGE realmente se destaca como o mais importante. Grandes músicas, grandes atuações e produção.

Pilha – Qual sua inspiração para fazer música?
Kulick - Eu amo a sensação de criar algo do nada .... improvisando e criando e, em seguida, fazer com que essas emoções movam as pessoas é um dom raro. Eu sou abençoado para ser capaz de fazê-lo.

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