segunda-feira, 4 de março de 2013

Biohazard - entrevista


Nascido e criado nos becos e palcos de Nova York, mais especificamente no bairro do Brooklyn, o quarteto Biohazard é nome que quebra regras até hoje, misturando punhados de temperos punk e rock ao poderoso hardcore que promove.
Aos 25 anos de estrada, a banda marca em sua agenda visita ao Brasil e toma conta do palco do Via Marquês no dia 15, a partir das 21h. A abertura fica por conta dos grupos Project 46 e Worst.
Os ingressos custam de R$ 70 a R$ 130 e podem ser adquiridos pelo site www.ticketbrasil.com.br. Na região, as entradas podem ser compradas na loja Metal Music, em Santo André (Rua Dona Elisa Flaquer, 184. Tel.: 4994-7565).
Com discografia ilustrada por trabalhos como Mata Leão, o Biohazard aproveita a visita ao País para mostrar o resultado de Reborn In Defiance, lançado em 2012 e que colocou fim ao hiato de sete anos sem título de estúdio.
"Eu acho que esse intervalo nos ajudou a crescer como pessoas, músicos, artistas e como banda. Reborn In Defiance traz as melhores partes do Biohazard, que eu sempre amei. Desde os grooves ao peso com melodias, é Biohazard puro em todos os sentidos", diz o vocalista e guitarrista Billy Graziadei, em entrevista ao Diário.
As faixas que apontam as mazelas do mundo continuam vivas na música do grupo, caso de Decay. "Quando começamos, tudo que sabíamos era do mundo em torno de nós, no Brooklyn. E para ser honesto, isso é tudo que importava. Como nós crescemos como pessoas e artistas, começamos a ver que não era apenas Nova York que estava ferrada, mas o mundo. Infelizmente, há mais inspiração em mim hoje do que jamais teve", diz o guitarrista.
"Eu amo música de todos os estilos e culturas. Ela está lá para entreter, provocar, acalmar, incitar, inspirar ou aborrecê-lo até a morte. Fico feliz de ter respeito pela responsabilidade social por aquilo que escrevo e compartilho".
Com ideias fumegando na mente dos músicos, o Biohazard já trabalha em novos petardos para o próximo disco e deve apresentá-los pela primeira vez no Brasil. "Temos algumas surpresas para a família paulista". De acordo com Graziadei, as músicas de Reborn In Defiance são muito bem recebidas pelo público. "Além de Reborn, Vengeance is Mine e Come Alive, vamos tentar tocar algumas que nunca fizemos antes".
Quando escuta os discos antigos do Biohazard, Graziadei diz que as músicas ainda lhe passam a mesma energia de quando as gravou, mas estão "muito mais pesadas agora". "É sempre assim, você cria algo que é muito cru, está na sua forma mais pura. A criatividade se desenvolve ao longo do tempo e a música assume vida própria".
Biohazard -Música. Dia 15, a partir das 21h. No Via Marquês - Av. Marquês de São Vicente, 1.589, São Paulo. Tel.: 3611 2696. Ingr.: R$ 70 a R$ 130.

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