terça-feira, 2 de abril de 2013

Vida de Johnny Ramone é relatada em livro


Agora é possível saber com exatidão a respeito da vida de um dos maiores ícones da música, o guitarrista Johnny Ramone, da lendária banda de punk Ramones. Chega às prateleiras a autobiografia Commando (Editora LeYa, R$ 44,90 em média, 176 págs.).
Escrito quando descobriu que tinha câncer na próstata, o livro foi lançado oito anos após sua morte. O relato de sua trajetória chega com riqueza de detalhes. A imagem do rapaz revoltado, sempre trajando calça jeans surrada e camiseta velha fica clara ao longo das páginas.
Johhny teve seus momentos de rebeldia, principalmente na adolescência, em Nova York. Bateu em um garoto e no pai do garoto, assaltou uma farmácia e fez seu pai tirá-lo da delegacia por duas vezes. Outro fato que repercutiu foi ter agredido Malcolm McLaren, empresário do grupo britânico Sex Pistols, por conversar com sua namorada.
Mas nem só disso era feito Johnny Ramone. Além da genialidade musical que o consagrou em discos como Rocket To Russia e End Of The Century, no palco e fora dele, quando se tratava de música, era um homem sério. Não tolerava atrasos e muito menos que algum músico da banda subisse ao palco embriagado ou drogado.
Antes da música, Johnny trabalhou na construção civil, junto de seu pai. Fã de beisebol, apaixonado por seu país e pela música de Elvis Presley, Johnny, nascido John Cummings, fala do início do Ramones, em janeiro de 1974, com a formação toda invertida: Joey, cantor, iniciou na bateria, Dee Dee, baterista, começou na banda como cantor.
Recheado por fotos que vão desde a infância de Johnny, o livro de capa dura traz também prefácio do amigo Tommy Ramone e avaliação feita por Johnny de todos os discos do Ramones.

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