sábado, 30 de abril de 2011

Beastie Boys apresentam trailer do vídeo 'Make Some Noise'

Enquanto o próximo álbum de Beastie Boys não chega às lojas, Mike ‘Mike D’ Diamond, Adam ‘Ad Rock’ Horovitz e Adam ‘MCA’ Yauch disponibilizaram o trailer Fight For Your Right Revisited para o vídeo do primeiro single, Make Some Noise.

Dirigido por Adam Yauch, o vídeo conta com um time de atores de primeira. Entre as participações especiais, estão Danny McBride, Seth Rogen, Elijah Wood, Will Ferrell, John C. Reilly, Jack Black, Rainn Wilson, Jason Schwartzman, Ted Danson, Steve Buscemi, Stanley Tucci, Susan Sarandon, Chloë Sevigny, Will Arnett e muitas outras presenças ilustres. Assita o vídeo aqui.

Make Some Noise faz parte de Hot Sauce Committee Part Two, oitavo álbum do Beastie Boys, que estará à venda a partir do dia 3 de maio. Produzido por Beastie Boys e mixado por Philippe Zdar, o novo álbum será o primeiro disco do trio, considerado um dos grupos de hip-hop mais conhecidos do mundo, desde o instrumental vencedor do Grammy, The Mix-Up, de 2007.

Doro Pesch em São Paulo - Uma noite com a rainha do Heavy Metal

Foram longos 5 anos de espera para que a cantora Doro Pesch retornasse ao Brasil. E finalmente chegou o dia. Felizmente,desta vez,ela veio em turnê própria e pode fazer um show completo. Da última vez que a cantora esteve em São Paulo, ela tocou no festival "Live´n Louder" e por ser um festival sua apresentação foi relativamente curta.

Nesta nova vista ao Brasil, Doro veio promover seu trabalho mais recente,  o CD/DVD "25 Years In Rock" (recém lançado no Brasil). A cantora veio muito bem acompanhada dos músicos Luca Princiotta (Guitarras e Teclado), Nick Douglas (Baixo), Bas Maas (Guitarra) e Johnny Dee (Bateria).

Devido ao show ter ocorrido no domingo de páscoa e com a nossa maravilhosa aviação brasileira, houveram vários atrasos. Sendo assim, a apresentação que estava marcada para as 20h só foi começar às 21:30h, o que deixou os fãs impacientes. Diversas vezes o publicou fez o coro “Doro, Doro, Doro”  antes do inicio e nada ... Felizmente foi só começar o show e Doro aparecer no palco para que tudo isso fosse esquecido. O show abriu com a clássica “Earthshaker Rock”, já emendada com “I Rule the Ruins”, ambas dos tempos do Warlock. Doro foi ovacionada no momento em que pisou no palco e não conseguia conter a alegria de estar ali. O carinho foi retribuído com muitos elogios por parte da cantora que tem um sorriso muito bonito e sincero. Aliás, tenho que ressaltar que Doro continua uma gata.

Na sequência a banda mandou mais duas sonzeiras do Warlock. “East Meets West” e a poderosa “Hellbound” que incediou ainda mais o Carioca Club. A próxima música “The Night Of The Warlock” saiu de seu último álbum de estúdio “Fear No Evil” e mostrou que tem muita força ao vivo. Depois era hora de mais clássicos e Doro cantou “Burning The Witches” do disco de estreia do Warlock. Durante esta música ela desceu do palco e foi até a grade pela primeira vez, deixando todo mundo doido.

Seguindo com o show a banda  tocou “Running From The Devil”, também do ultimo disco e depois fez uma homenagem ao grande mestre Ronnie James Dio (falecido em maio de 2010) cantando “Egypt (The Chains Are On)” em um momento cheio de emoção.O show seguiu com a balada “Für Immer”, “Wacken Hymne (We are the Metalheads)” e “True As Steel”. Ao final desta canção, o baterista Johnny Dee ficou só no palco e fez seu solo de bateria mostrando todo seu talento. A banda voltou e então tocou “Metal Racer”, “Haunted Heart” e “You're My Family”, dedicada por Doro aos fãs.
Depois veio “Breaking The Law”, do Judas Priest, nesse momento Doro desceu novamente do palco e se encaminhou até a grade e esticou o microfone para alguns fãs pudessem “ajudá-la” na música. Depois foi hora do petardo “All We Are”,  cantada por todos, “Fight For Rock” e a balada “Love Me In Black” que fecharam o set normal.

Logo a banda voltou para o Bis e  tocaram “Metal Tango”, se despedindo da galera. Mas ainda era pouco para os fãs que fizeram o já tradicional “Olê, Olê, Olá, Doro, Doro !!” e eles voltam para “Unholy Love” , fechando a apresentação especial.

E foi assim que terminou esse domingo de páscoa, que acabou se tornando uma noite especial. E que a nossa Rainha não demore muito para voltar, porque depois desse show deixará saudades.

Veja aqui nossa galeria de fotos deste show.

Set List:
1. Earthshaker Rock
2. I Rule the Ruins
3. East Meets West
4. Hellbound
5. The Night Of The Warlock
6. Burning The Witches
7. Running From The Devil
8. Egypt (The Chains Are On) (Dio cover)
9. Für Immer
10.Wacken Hymne (We are the Metalheads)
11.True As Steel
12.Metal Racer
13.Haunted Heart
14.You're My Family
15.Breaking The Law (Judas Priest cover)
16.All We Are
17.Fight For Rock
18.Love Me In Black
Bis 1:
19.Metal Tango
Bis 2:
20.Unholy Love

sexta-feira, 29 de abril de 2011

ST2 traz Nomad, de Paul Di'Anno

O vocalista e ex-Iron Maiden Paul Di'Anno acaba de ter outro trabalho recolocado nas prateleiras das lojas brasileiras. A bolachinha da vez se chama Nomad (ST2 - R$ 20 em média), que foi lançado originalmente em 2000 e tem uma curiosidade: foi gravado em terras tupiniquins e com músicos brasileiros.

Nomad traz, além de Di'Anno, os músicos Paulo Turin (guitarra), que também participou ao lado do vocalista da banda Battlezone, Chico Dehira (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e o baterista Aquiles Priester. O disco traz em seu setlist 11 canções assinadas pelo britânico, todas as composições são assinadas pelo guitarrista Paulo Turin, as letras por Di'Anno, e ambos assinam a produção do álbum.
Pesado, Nomad contém bons riffs de guitarra. Di'Anno recheia a obra em ótima forma. Destaques ficam por conta das canções The Living Dead, Brothers of the Tomb e War Machine.
Nomad vale aos fãs do vocalista e também aos curiosos. Mas vale lembrar: Esqueça o que Di''Anno fez junto ao Iron Maiden, a pegada áqui é outra.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Quer ver o UDO Dirkschneider de graça?

UDO Dirkschneider, fundador e vocalista original do Accept, volta ao Brasil para um único show em São Paulo, no dia 07 de maio, às 19h, no Carioca Club . Dono de uma voz marcante e inconfundível montou a banda U.D.O. em 1987 e continua até os dias de hoje com grande sucesso em sua carreira solo alternada com duas reintegrações ao Accept ao longo dos anos.


Os ingressos custam entre R$ 60 e R$ 130 e podem ser comprados através do Ingresso Rápido pelo site http://www.ingressorapido.com.br/

O Pilha na Vitrola, em parceria com a Rádio Corsário, vai dar dois pares de ingressos para a apresentação. Para participar, diga através do e-mail viniciuscastelli@dgabc.com.br por qual motivo devemos te dar um par de ingressos. As frases mais criativas levam um par cada. Só vale enviar uma frase. Receberemos frases até o dia 04 de maio. Não esqueça de enviar nome completo, RG e telefone.

No show, UDO deve tocar os grandes clássicos do Accept e os maiores sucessos de sua carreira solo, além de faixas de seu novo álbum Rev Raptor, 13º da banda.

Obs.: Os ingressos deverão ser retirados no dia do show na porta do local. Não nos responsabilizamos pelo cancelamento do evento ou por qualquer problema.

Serviço:
Data: 07 de maio de 2011 (sábado) - São Paulo/SP
Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros
Horário: 19h
Ingressos: www.ticketbrasil.com.br

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ace Frehley tocará disco de 1978 na íntegra

O lendário guitarrista Ace Frehley, que hoje completa 60 anos, confirmou presença na quinta edição do festival britânico Hard Rock Hell.

A grande novidade para a apresentação do Space Ace é que, pela primeira vez, ele tocará seu famoso disco solo - Ace Frehley - de 1978 na íntegra.

Chance única para escutar ao vivo canções como I'm In Need Of Love, Wiped Out e What's On Your Mind. Para mais informações sobre o festival, acesse o site http://www.hardrockhell.com/

Frehley lançou junto ao Kiss discos imperdíveis como Dresssed To Kill, Alive, Destroyer e Love Gun, entre outros. Seu último trabalho de estúdio foi Anomaly, lançado em 2009, através de seu selo, Bronx Records.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Doro - Galeria de fotos do Show de São Paulo - Carioca Club - 24/04/2011

Doro Pesch, a Rainha do Heavy Metal, voltou à São Paulo neste domingo (24/04) e fez uma apresentação impecável. Abaixo você pode conferir a nossa galeria de fotos exclusivas deste show.

Fotos: Ronaldo Chavenco

Pacote recheado de Slash

Para os que não perdem nada que o guitarrista Slash produz, o lançamento Slash (Music Brokers, R$ 46 em media) é boa sugestão. O pacote traz CD e DVD e tem álbum que traz material extra do recente trabalho solo do músico.

Além de canções como Paradise City, do Guns’N’Roses, que desta vez ganha vida nas vozes de Fergie e Cypress Hill, também integram o pacote versões acústicas para a nova Back From Cali, Fall To Pieces – do Velver Revolver – e Sweet Child O’Mine, também do Guns são interessantes.

Mas o melhor mesmo fica por conta do DVD. Além do ‘making of’ do último disco do músico e versões gravadas ao vivo, o DVD é recheado também por entrevistas e depoimentos de figuras como Ozzy Osbourne, Fergie e Andrew Stodckdale, do Wolfmother, entre outros. Vale a pena.

The Prodigy lança primeiro CD e DVD ao vivo

O primeiro CD e DVD ao vivo de The Prodigy, World’s On Fire, mostra seu maior show realizado até hoje, com ingressos esgotados, no Warrior’s Dance Festival no Milton Keynes Bowl. O CD e DVD incluem suas principais músicas, como Omen, Firestarter, Breathe, Warrior’s Dance, Smack My Bitch Up, entre outras, e tem lançamento previsto para 23 de maio.


“Nós pensamos muito em dar a melhor festa, e nunca quisemos o típico estádio. Então, o Milton Keynes Bowl era perfeito para o nosso primeiro Warrior’s Dance Festival porque nos pareceu uma festa maluca. Foi importante para nós trazer um dia e uma noite do festival para que as pessoas lembrassem e trouxessem a mesma atmosfera intensa como quando tocamos na Brixton Academy. Estar naquele palco foi um verdadeiro sentimento de triunfo para nós. Quando tudo começou, olhamos e ficamos orgulhosos. Nunca tivemos a intenção de gravar um DVD ao vivo, mas quando vimos as imagens, soubemos que tínhamos que fazer. E então, percebemos que tínhamos um incrível álbum ao vivo para fazer também!” Liam, Keef & Maxim....(The Prodigy)

Com Liam Howlett como engenheiro de som do áudio do DVD (Surround sound 5.1), este lançamento será uma chance dos fãs verem a nova e re-trabalhada imagem da banda, incluindo imagens feitas na estrada durante a explosiva turnê mundial Invaders Must Die – no Brasil, Japão, América, Reino Unido e Europa. Há ainda uma galeria de fotos exclusiva para explorar e alguns extras ocultos que você terá que navegar pelo menu interativo para encontrar!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Seletiva regional para Wacken Open Air

O festival WACKEN OPEN AIR, que acontece anualmente na cidade de Wacken (norte da Alemanha) desde 1990, chega à 22ª edição como um dos mais importantes eventos musicais ao ar livre do mundo, realizado sempre durante o verão europeu. Tomam parte do evento cerca de noventa bandas em três dias de shows, com apresentações distribuídas em três palcos simultaneamente. A crescente audiência, que chegou a um número superior a 100 mil pessoas em 2008, 2009 e 2010, é composta por visitantes de todos os continentes.


A ROADIE CREW EDITORA, na qualidade de parceira do grupo ICS-WOA, é a responsável pela indicação de uma banda brasileira a cada ano para tomar parte no W:O:A METAL BATTLE. Como parte das atribuições desta parceria, a revista ROADIE CREW tem a incumbência de organizar e coordenar a realização do mesmo concurso no Brasil. A etapa brasileira do W:O:A METAL BATTLE segue os mesmos critérios adotados para seleção das bandas na Alemanha e nos outros países que são representados no Wacken.
A seletiva regional de SÃO PAULO (1ª fase do concurso), para selecionar uma banda para a grande final nacional ( da final nacional sai a banda que representa o Brasil no Wacken na Alemanha), vai acontecer dia 28 de abril no Manifesto Bar.

No Manifesto 5 Bandas vão se apresentar, essas bandas foram selecionadas pela Roadie Crew, empresa que recebeu o material das bandas interessadas.As bandas serão julgadas por musicistas/produtores/críticos de música que vão escolher a banda vencedora.

As Bandas:
HELLARISE - www.myspace.com/hellarise
FURIA INC. - www.mysapce.com/furiainc
WOSLOM - www.myspace.com/woslom
RED FRONT - www.myspace.com/bandaredfront
INNERVATE - www.myspce.com/innervatemetal
Serviço:
Data: 28 de abril
Local: Manifesto Bar
Horário: 21h
Endereço: Rua Iguatemi, 36, Itaim Bibi - São Paulo/SP
Fone: (11) 3168-9595
Convites R$ 16,00 e antecipado R$ 12,00

Pontos de venda: Manifesto Bar

domingo, 24 de abril de 2011

Quer ganhar ingressos para UDO Dirkschneider?

UDO Dirkschneider, fundador e vocalista original do Accept, volta ao Brasil para um único show em São Paulo, no dia 07 de maio, às 19h, no Carioca Club . Dono de uma voz marcante e inconfundível montou a banda U.D.O. em 1987 e continua até os dias de hoje com grande sucesso em sua carreira solo alternada com duas reintegrações ao Accept ao longo dos anos.

Os ingressos custam entre R$ 60 e R$ 130 e podem ser comprados através do Ingresso Rápido pelo site http://www.ingressorapido.com.br/

O Pilha na Vitrola, em parceria com a Rádio Corsário, vai dar dois pares de ingressos para a apresentação. Para participar, diga através do e-mail viniciuscastelli@dgabc.com.br por qual motivo devemos te dar um par de ingressos. As frases mais criativas levam um par cada. Só vale enviar uma frase. Receberemos frases até o dia 04 de maio.
Não esqueça de enviar nome completo, RG e telefone.

No show, UDO deve tocar os grandes clássicos do Accept e os maiores sucessos de sua carreira solo, além de faixas de seu novo álbum Rev Raptor, 13º da banda.
Obs.: Os ingressos deverão ser retirados no dia do show na porta do local. Não nos responsabilizamos pelo cancelamento do evento ou por qualquer problema.

Serviço:
Data: 07 de maio de 2011 (sábado) - São Paulo/SP
Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros
Horário: 19h
Ingressos: www.ticketbrasil.com.br

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Doro Pesch fala sobre show em São Paulo

Cinco anos após sua estreia nos palcos brasileiros, a cantora alemã Doro Pesch, que ganhou o título de musa
do heavy metal ainda nos anos 1980, desembarca novamente no País para apresentação na Capital. O show agendado para o domingo acontecerá no Carioca Club, às 20h. Os ingressos custam entre R$ 90 e R$ 150 e podem ser comprados por meio do site TicketBrasil (http://www.ticketbrasil.com.br/).

Simpática e de voz doce, Doro disse em entrevista exclusiva estar animada por voltar ao País. “Estou muito feliz por estar de volta. Já visitei o Pão de Açúcar, tudo aqui é lindo. Eu estava esperando por esse momento, senti saudades dos fãs daqui”, conta.
Ansiosa para a apresentação que fará em São Paulo, a dona da voz que no início da década de 1980 liderou o lendário grupo Warlock, diz que o segredo que a mantém ativa no cenário musical até hoje é a motivação que tem para fazer música. “Quando eu canto, nada mais me importa. Eu amo música e quando vejo meus fãs eu me realizo”, afirma.

Se depender da energia da cantora, o público sairá da apresentação satisfeito. “Quero ver todos felizes”, brinca. Para o show, que deverá ter duas horas de duração, Doro prometeu repertório recheado. “Tocarei as canções clássicas. Vamos passar pelos 25 anos de carreira. Tocaremos algo do disco Burning The Witches (do Warlock)”.

De Fear No Evil, seu último trabalho de estúdio, deverão sair, no máximo, três músicas para o show.
Aos que estão esperando algo novo da cantora, ela adianta. “Estou aproveitando os espaços vagos da turnê
para escrever as músicas para o próximo disco, que deverá sair no próximo ano”, revela Doro.

Serviço:
Doro Pesch - Show. Domingo, às 20h.
No Carioca Club – Rua Cardeal Arcoverde, 2.899. São Paulo.
Tel.: 3813-8598. Ingr.: R$ 90 a R$ 150.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Líder do Motörhead tem documentário exibido no Brasil

Além dos shows no país, os fãs de Motörhead tem mais uma grande novidade para curtir. O documentário Lemmy, sobre a vida do cultuado vocalista e líder da banda de rock, estará em exibição em São Paulo, de 28 de abril a 08 de maio; e no Rio de Janeiro, de 06 a 12 de maio, durante o Festival Internacional do Documentário Musical. Além disso, o longa será exibido no dia 30 de abril, às 23 horas no Cinesesc; e no dia 07 de maio, às 19 horas, no Cine Olido, com a presença do diretor Wer Orshoski.

Dirigido por Greg Olliver e Wes Orshoski, o longa conta a história de Lemmy Kilmister, líder de Motörhead, que já vive há mais de quatro décadas no mundo rock e, aos 65 anos, segue fielmente o seu particular estilo de vida: compondo, fazendo participações especiais e martelando com punho de ferro seu mítico Rickenbacker.
 
Recentemente, o Motörhead lançou o vigésimo álbum de estúdio, o primeiro após Motorizer de 2008, The World Is Yours. Esse é mais um álbum de rock n’ roll repleto de riffs explosivos, bateria marcada e o vocal rouco, marca registrada de Lemmy. O lendário trio britânico desembarcou no Brasil esse mês para três shows e retorna em outubro para se apresentar no Rock in Rio.

In-Edit Brasil 2011

3º Festival Internacional do Documentário Musical
De 28 de abril a 08 de maio em São Paulo
De 06 a 12 de maio no Rio de Janeiro

quarta-feira, 20 de abril de 2011

KK Downing deixa o Judas Priest

O guitarrista e membro-fundador do Judas Priest, KK Downing, anunciou hoje a sua saída da banda.

Downing comunicou a banda inglesa que está se aposentando.

Em um curto comunicado, o grupo revelou que o músico não participará da última turnê, denominada Epitaph Tour e será substituído por Richie Faulkner, que tocava na banda de Lauren Harris.

A tour mundial do Judas começa em 7 de junho e passará pelo Brasil, em setembro.

terça-feira, 19 de abril de 2011

UDO Dirkschneider vem ao Brasil

UDO Dirkschneider, fundador e vocalista original do Accept, volta ao Brasil para um único show em São Paulo. Dono de uma voz marcante e inconfundível montou a banda U.D.O. em 1987 e continua até os dias de hoje com grande sucesso em sua carreira solo alternada com duas reintegrações ao Accept ao longo dos anos.

O Pilha na Vitrola, em parceria com a Rádio Corsário, vai dar dois pares de ingressos para a apresentação. Fique de olho!!!

Os ingressos custam entre R$ 60 e R$ 130 e podem ser comprados através do Ingresso Rápido pelo site http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=14910

No show, UDO deve tocar os grandes clássicos do Accept e os maiores sucessos de sua carreira solo, além de faixas de seu novo álbum Rev Raptor, 13º da banda.

Serviço:
Data: 07 de maio de 2011 (sábado) - São Paulo/SP
Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros)
Horário: 19h
Ingressos:
- Pista Inteira: R$80,00 (promocional antecipado)
- Pista  Estudante: R$60,00 (promocional antecipado)
- Pista Porta: R$120,00 (inteira e estudante)
- Camarote 1º Lote: R$130,00 (promocional antecipado)
Pontos de venda:
- Galeria do Rock na loja Die Hard (11) 3331-3978
- Bilheterias Carioca Club (11)38138598
- Online e parcelado pela Ticket Brasil:
http://www.ticketbrasil.com.br/
- Online através do Ingresso Rápido:
http://www.ingressorapido.com.br/
Outras informações: (11) 3813-8598

Motorhead em São Paulo - Peso, simplicidade e Rock´n Roll


Se tem uma banda da qual sou suspeito pra falar é o Motorhead. Digo isso porque ela é uma das minhas 10 bandas preferidas e uma das quais acompanho desde garoto. Nesta nova visita ao Brasil, a banda veio para São Paulo promover seu mais novo álbum, o ótimo “The World Is Yours”, seu 21º álbum de estúdio, que inclusive acabou de ser lançado no Brasil via EMI.


“Nós somos o Motorhead e tocamos Rock´n Roll”. É com essa simplicidade que o baixista, vocalista e lenda vida Lemmy Kilmister faz a introdução de sua banda para todos os shows (ou quase todos). E foi assim que mais ou menos às 22h30 do sábado (16), começou o show do Motorhead em São Paulo. Com o Via Funchal lotada a banda abriu a apresentação com as clássicas “Iron Fist” e “Stay Clean”, fazendo todo mundo bater cabeça. A próxima música foi a nova “Get Back In Line”, que mostrou muita força ao vivo.

Depois foi hora de mais clássicos e eles mandaram “Metropolis”, “Over The Top” e “Rock Out” -  esta  do disco anterior “Motorizer”. O palco então foi liberado para o guitarrista Phil Campbel executar um solo lento, porém inspiradíssimo e que serviu de introdução para o petardo “The Thousand Names of God”.


Dando continuidade ao show, a banda tocou “I Got Mine”, “I Know How to Die” – mais uma do disco novo. Vieram ainda “The Chase Is Better Than the Catch” e “In the Name of Tragedy”, do disco “Inferno”,  que terminou com mais um belo solo de bateria do “monstro” Mikkey Dee. Aliás, puta baterista esse cara hein.

Ainda atordoados com o solo de Mikkey Dee, fomos brindados com “Just 'Cos You Got the Power”, a nossa música “Going to Brazil”, a fantástica “Killed by Death” e o clássico supremo “Ace of Spades”. Antes dessa música Lemmy disse que se o público fizesse bastante barulho eles voltariam para mais uma.


É claro que todo mundo queria mais e gritou em coro o nome da banda, que voltou ao palco e encerrou a apresentação com “Overkill”, mais um classicásso do extenso repertório do grupo.

É claro que sempre vão faltar músicas que queremos ouvir, e na minha opinião faltaram “Orgasmatron”, “R.A.M.O.N.E.S”, “We Are Motorhead”, “No Class”, “Capricorn”, “Damage Case”, “Too Late Too Late”....e mais uma par delas. Pelas minhas contas um show com todos os clássicos do Motorhead levaria umas 5 ou 6 horas.


Ao final Lemmy ainda disse com sua simplicidade peculiar, “Nós somos o Motorhead, não esqueçam de nós”. Como se fosse possível esquecer desta banda fantástica. Espero ver muitas vezes ainda o show do Motorhead, pois por incrível que pareça, quanto mais vejo a banda, mais gosto dela.
Fotos: Ronaldo Chavenco
Veja nossa galeria de fotos deste show aqui.

Set List:
1. Iron Fist 
2. Stay Clean
3. Get Back In Line
4. Metropolis
5. Over the Top
6. One Night Stand
7. Rock Out
8. Guitar Solo  (Phil Campbell)
9. The Thousand Names of God
10.I Got Mine
11.I Know How to Die
12.The Chase Is Better Than the Catch
13.In the Name of Tragedy 
14.Just 'Cos You Got the Power
15.Going to Brazil
16.Killed by Death
17.Ace of Spades



Bis:
18.Overkill 

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Motorhead - Galeria de fotos do Show de São Paulo - Via Funchal - 16/04/2011

Em sua mais recente passagem por São Paulo, o lendário Motorhead detonou tudo no Via Funchal numa performance simples, direta e perfeita. Abaixo você pode conferir a nossa galeria de fotos exclusivas deste show.

Fotos: Ronaldo Chavenco

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Doro - A rainha do metal volta à São Paulo


A cantora alemã Doro Pesch  (ex Warlock) volta ao Brasil para 3 apresentações no mês de abril de 2011, dia 21 em Belo Horizonte (MG), dia 23 em São Luíz (MA) e dia 24 em São Paulo (SP). Doro  Pesch vem com a tour de seu último disco “Fear No Evil“, gravado em 2009.

Doro Pesch nasceu dia 3 de junho de 1964, em Düsseldorf, na Alemanha. Um de seus primeiros registros em estúdio foi também com uma de suas primeiras bandas, o Snakebite, gravado em 1980. Doro Pesch é a única integrante remanescente da banda Warlock, que em seu quinto álbum viraria a banda de sua carreira solo, Doro.

Doro Pesch é uma das poucas mulheres no meio heavy metal, na verdade ela abriu caminho para cantoras que hoje tem mais expressão no metal do que ela própria. A cantora aposta no heavy metal tradicional, e o faz com maestria, com uma pegada bem particular ela criou sua identidade musical.

A cantora provou sua competência e a qualidade de sua música se mantendo firme no cenário metal mundial, mostrando que o maior teste para uma carreira artística é o tempo. Doro Pesch tem 46 anos, 30 anos de carreira, gravou 11 discos de estúdio, influenciou milhares de bandas e conquistou fãs pelo mundo todo.

Serviço:
Data: 24 de abril de 2011 (domingo) - São Paulo/SP
Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros)
Horário: 20h.
Ingressos:
Pista 1º Lote: R$90,00
Pista Estudante 1º Lote: R$60,00
Camarote 1º Lote: R$150,00
Pontos de venda:
- Ingressos já disponíveis online através do Ticket Brasil: www.ticketbrasil.com.br
- A partir do dia 15 de janeiro, os ingressos também estarão disponíveis nos seguintes locais: Galeria do Rock (Die Hard / Paranoid Records) e Metal CDS (Santo André).
Outras informações: (11) 7520-0721

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Aos 40 anos, Queen tem discografia relançada

Pérolas, discos belíssimos, dignos da realeza, recheados por canções impagáveis e imortais. É disso que se trata a discografia do lendário grupo britânico Queen. Quarenta anos após o surgimento da banda, a gravadora Universal resolveu relançar e colocar nas prateleiras os álbuns do quarteto.
A primeira leva traz os cinco primeiros discos do grupo londrino: Queen (1973), Queen II (1974), Sheer Heart Attack (1974), A Night At The Opera (1975) e A Day At The Races (1976). Cada álbum custa em média R$ 37.

Mas não se trata de um relançamento qualquer. Remasterizados, eles chegam em edição dupla, com EP bônus recheado de raridades e encarte que traz, além de belas fotos, letras das canções e informações extras. O restante da discografia, que totaliza 15 discos, será lançada em duas etapas. Em junho chegam às lojas os discos News Of The World, Jazz, The Game, Flash Gordon – trilha sonora do filme homônimo – e Hot Space, que abrangem a discografia da banda entre 1977 e 1982.

Em setembro serão disponibilizados os trabalhos The Works, A Kind Of Magic, Innuendo e o póstumo Made In Heaven.
O encontro do vocalista Freddie Mercury com o brilhante guitarrista Brian May, mais o baixista John Deacon e o baterista Roger Taylor, não resultou apenas no surgimento de uma banda de rock. Do encontro, os músicos romperam barreiras e criaram um novo rumo para o estilo.

As belas harmonias vocais e os arranjos cuidadosos já começavam a despontar no álbum de estreia e, ainda que timidamente, o Queen já mostrava o rumo a ser tomado ali. Já no disco seguinte a banda realmente definiu sua linha musical. Mais arranjos vieram a partir daí. As vozes sobrepostas de Mercury, junto aos coros de May e Taylor, sempre enriquecidos pelas belas melodias do baixo de Deacon, viraram marca registrada do Queen. Ponto alto da rica discografia é A Night At The Opera. O quarto álbum do grupo é um dos mais ricos da história da música. Dele saíram canções majestosas como Death On Two Legs (Dedicated to...), I’m In Love With My Car e Bohemian Rhapsody.

A Night At The Opera disputa entre os melhores do grupo com o álbum A Day At The Races, lançado no ano seguinte. Foi no período que envolve o lançamento desses dois álbuns, que a banda fez canções grandiosas, com arranjos ousados e magníficos, eternizando seu nome. Como não bastasse, os relançamentos estão bem recheados por bônus para lá de especiais. Versões demo, gravações ao vivo, como Now I’m Here, registrada no teatro Hammersmith, em Londres, em 1975, apimentam ainda mais a obra. Não ficaram de fora gravações feitas para a rádio BBC, assim como versões instrumentais.

Curiosidades
Queen, de 1973, foi registrado nos intervalos da gravação de Ziggy Stardust, de David Bowie, já que o Queen não tinha dinheiro. Traz seis faixas como bônus. Entre elas, versões demo para Great King Rat e Liar.
Queen II é mais maduro. Deu rumo ao trabalho do grupo. A banda gravou o disco em apenas um mês. Dele saiu o primeiro hit, Seven Seas of Rhye. Versões feitas para a BBC podem ser apreciadas nesta edição, entre elas está Nevermore.
Sheer Heart Attack foi lançado em 1974. O álbum preferido do baterista Roger Taylor traz canções poderosas e belíssimos arranjos vocais como na canção Killer Queen. A guitarra de May ganhou tímbre inconfundível no álbum. Now’Im Here, gravada ao vivo em 1975, lista como bônus.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

U2: Um espetáculo em São Paulo


Ronaldo Chavenco

Quase dois anos após o lançamento de seu último álbum “No Line On The Horizon”, a turnê 360°, do U2, finalmente chegou ao Brasil. E a expectativa era enorme, pois a banda trouxe além do palco gigante, todo o aparato que usa em todas as outras partes do mundo. Os ingressos foram disputadíssimos e para comprar foi uma verdadeira saga.

Eu que já tive a oportunidade de presenciar alguns shows no Estádio do Morumbi, nunca o tinha visto tão cheio. Nem no show do Paul McCarteny havia tanta gente. Veja a foto abaixo e comprove (clique nela para ver ampliada). E como não poderia deixar de ser diferente, no último domingo, também choveu. E bastante! Mas felizmente a chuva cessou poucos minutos antes da banda de abertura subir ao palco.


Para o show de abertura o Muse foi uma grata surpresa. Eu que não conhecia seu som gostei muito do que ouvi. A mistura das melodias pop com guitarras distorcidas fez a alegria do publico, foi um ótimo aperitivo para o que estava por vir.
O show do U2 começou sem grandes atrasos e enquanto a banda se preparava para subir ao palco, nos PAs era executada a música “A Minha Menina” dos Mutantes, colocando muita gente para dançar. As luzes se apagaram e começou a ser executada “Space Oddity”, de David Bowie, que é a música de introdução desta turnê. Nesse momento a banda subiu ao palco e iniciou o show com  Even Better Than The Real Thing, que fez o Morumbi tremer literalmente. Eu que estava na arquibancada azul senti a arquibancada tremendo.

Na sequência a banda desfilou uma série de músicas maravilhosas e, a cada nova canção, o palco revelava uma surpresa diferente (veja nossos vídeos e comprove). A banda tocou Out Of Control, Get On Your Boots, Magnificent, a fabulosa Mysterious Ways, Elevation, Until The End Of The World, a linda I Still Haven't Found What I'mLooking For, Pride (In The Name Of Love) e a balada North Star.
Neste momento o vocalista Bono puxou uma fã para o palco e pediu para que ela lesse uma poesia.  Ela o fez e ganhou um selinho antes de voltar ao seu lugar. Após isso a banda mandou a espetacular Beautiful Day. Ao final da canção, a banda tocou a balada Miss Sarajevo com Bono cantando a parte que foi originalmente gravada por Pavarotti, deixando claro o porque é um dos maiores vocalistas da história.


E ainda tinha muito mais por vir. A banda tocou Zooropa, a dobradinha City Of Blinding Lights e Vertigo, I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight, a clássicassa Sunday Bloody Sunday e Scarlet. Com Walk On a banda encerrou o set normal. Nesta música foram convidados ao palco os membros da Anistia Internacional que carregaram uma lanterna cada um. As lanternas foram colocadas na rampa ao redor do palco.

O primeiro Bis começou com um discurso do bispo Desmond Tutu, exibido no telão e que serviu de introdução para One. Nem é preciso dizer a emoção que essa música passa não é? E tinha mais clássico para ser tocado. Where The Streets Have No Name fez o estádio tremer novamente. E então a banda sai do palco novamente e no telão foi exibido um clipe com alguns Aliens assobiando o refrão de Where The Streets Have No Name.

A banda voltou e tocou Ultraviolet (Light My Way). A próxima foi With Or Without You, que para mim é  uma das músicas mais bonitas de todos os tempos. O show foi encerrado com Moment of Surrender, momento que Bono pede para que todos que ligassem seus celulares, dando um efeito muito legal no estádio.

Ao final, a sensação que ficou foi a de ter assistido a um dos melhores espetáculos de todos os tempos (só perde para este aqui). Tudo nesse show foi perfeito. Palco, som, iluminação, repertório, banda de abertura, enfim, tudo.
Se tem um show que todo mundo que gosta de música deveria assistir, ao menos uma vez na vida, é do U2. Espero que eles sempre incluam o Brasil em suas próximas turnês.
Fotos: Ronaldo Chavenco
Veja nossa galeria de fotos deste show aqui.

Set List
A Minha Menina (Os Mutantes) (Intro)
Space Oddity (David Bowie) (Intro)
1. Even Better Than The Real Thing
2. Out Of Control
3. Get On Your Boots
4. Magnificent
5. Mysterious Ways
6. Elevation
7. Until The End Of The World
8. I Still Haven't Found What I'm Looking For
9. Pride (In The Name Of Love)
10.North Star
11.Beautiful Day
12.Miss Sarajevo
13.Zooropa
14.City Of Blinding Lights
15.Vertigo
16.I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight
17.Sunday Bloody Sunday
18.Scarlet
19.Walk On
Bis:
20.One
21.Where The Streets Have No Name
Bis 2:
22.Ultraviolet (Light My Way)
23.With Or Without You
24.Moment of Surrender

terça-feira, 12 de abril de 2011

Liam Gallagher tira disco do forno

O desespero em nada adiantou aos fãs do Oasis quando souberam do fim do grupo britânico. A banda continua separada e sabe-se lá se voltará a tocar junta. Mas enquanto isso não acontece, o vocalista Liam Gallagher resolveu juntar forças com os guitarristas e ex-Oasis Gem Archer e Andy Bello e, ao lado do baterista Chris Sharrock, tira do forno Different Gear, Still Speedin (Sony Music, R$ 25 em média), disco de estreia do Beady Eye.

Há quem não goste do trabalho do Oasis, mas não tem como negar a importância e a popularidade impressionantes que o grupo conquistou com suor. Se você espera de Beady Eye algo muito diferente dos
trabalhos de Liam junto ao Oasis, se deu mal. Ou não. A nova empreitada tem algo muito positivo, e talvez seja o tempero que mais se destaca no disco: a naturalidade das canções e o espaço que Liam encontrou para soar livre e passear com sua voz como bem entende. O álbum de capa retrô chega recheado por 13 composições assinadas pelos músicos. Four Letter Word, música que abre o menu, é repleta de efeitos de guitarra. Suja e ardida, poderia muito bem figurar em qualquer álbum da antiga banda. O grupo surpreende logo de início com Millionaire.

De harmonia deliciosa, a composição de pouco mais de três minutos traz sonoridade anos 1960 e chega a ser dançante. Se há algo do qual Liam não consegue ou talvez não queira se livrar, é da forte influência que os Beatles têm até hoje em suas músicas. E isso sempre foi positivo em sua carreira, mas, desta vez, na canção The Roller, o vocalista forçou a barra tentando soar mais Lennon do que o próprio John.

Ok, não dá para dizer também que o vocalista colocou tudo a perder por uma única falha. Wind Up Dream compensa, é faixa que merece carinho ao ser apreciada. O riff singelo de guitarra ganha força junto aos demais instrumentos. O vocal de Liam é divertido, alto-astral, e a canção convida o ouvinte a cantar.
Durante todo o tempo e, propositadamente, o disco soa ‘vintage’ e até datado em alguns momentos. Mas isso passa longe de ser ponto negativo. Rock regado a arranjos de piano e vocais femininos, Bring the Light chega para esquentar o passeio sonoro.

A banda tira do bolso ótimas ideias, caso da delicada For Anyone. De arranjos cuidadosos, a composição é, ao lado da bela balada Kill For A Dream, um dos grandes momentos de Different Gear, Still Speedin.
Standing On The Edge Of Noise é o momento sujo do álbum. O vocal rasgado, as guitarras distorcidas e a ótima harmonia do baixo fazem valer a composição. O disco respira bem, tem força em músicas sujas, descansa em canções tranquilas como Wigwam e The Beat Goes On e desacelera em baladas como The Morning Sun. No geral, Different Gear, Still Speedin é tranquilo, de clima ameno e sim, é inegável a presença do espírito Oasis.

Até poderia ser diferente, mas não é. E tudo bem.
Acha ruim? Ok, mas será que lá no fundo não é isso que os fãs estavam querendo?

Jane’s Addiction disponibiliza faixa inédita para download gratuito

Próximo ao lançamento do novo álbum, Perry Farrell (vocal), Dave Navarro (guitarra) e Stephen Perkins (baterista) disponibilizaram a faixa End to the Lies para download gratuito no site oficial da banda: http://www.janesaddiction.com/

The Great Escape é o primeiro disco de inéditas do trio desde o aclamado álbum Strays (2003), que atingiu o primeiro lugar no ranking de álbuns alternativos da Billboard.

Jane's Addiction esteve recentemente no Lollapalooza Chile, onde fez um show repleto de hits e aproveitou a oportunidade para apresentar o novo single. The Great Escape tem lançamento mundial previsto para agosto.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Festa do reggae em São Paulo

O Reggae in Concert, vem com sua 2º edição do ano de 2011. Desta vez trazendo o “Encontro das Tribos”. Após o grande sucesso que teve em suas outras edições, Fun Live Eventos traz desta vez o encontro das bandas Groundation,Rebelution, Ponto de Equilíbrio e Jah Live.


Já participaram das edições anteriores de “Reggae in Concert” grandes artistas como: Soja, Julian Marley,Bambu Station entre outros.
O evento acontece no dia 20, no Internacional Eventos, em Guarulgos, São Paulo, às 22h. Os ingressos custam R$ 30 (pista) e R$ 50,00 (área vip) e podem ser adquiridos através do site http://www.ingressonaweb.com.br/

Serviço:

Local: Internacional Eventos.
20/04 às 22h
Informações: 11-2499-6781
Preço dos ingressos:
Pista = R$ 30,00
Área Vip = R$ 50,00

domingo, 10 de abril de 2011

Coletânea para ajudar vítimas do Japão

Em prol das vítimas do terremoto no Japão e tsunami do Pacífico, a Sony Music, em parceria com as principais gravadoras, lança a coletânea Songs for Japan.

Uma iniciativa de caridade da indústria da música, Songs for Japan é uma compilação inédita de 37 nomes da música contemporânea, que inclui 21 faixas que estiveram no Top 100 da Billboard e cinco hits número 1 do ranking. Com lançamento no Brasil previsto para dia 11 de abril, o CD duplo chega às lojas com preço sugerido de R$10,00.

Os artistas, as gravadoras e editoras de música envolvidos no projeto Songs for Japan, renunciaram aos seus direitos e receitas para garantir que a Sociedade da Cruz Vermelha Japonesa receba o maior apoio possível a esta iniciativa. O iTunes está doando, também, as receitas de vendas a nível mundial do álbum em benefício da causa.

Entre os artistas estão a cantora Enya com If I Could Be Where You Are, Elton John com Don’t Let The Sun Go Down On Me, John Mayer com Waiting On The World To Change, Kings Of Leon com Use Somebody e Queen com Teo Torriate (Let Us Cling Together), por exemplo.
Lançado como um álbum digital no iTunes, no dia 25 de março, Songs for Japan subiu rapidamente ao primeiro lugar no iTunes em 18 países como Estados Unidos, França, Alemanha, Austrália, Suécia e Japão, e está estreando no Top 10 na Billboard 200, com base apenas em três dias de vendas no mercado interno digital.
Mundialmente, os fãs de música compraram mais de 250 mil cópias do álbum digital na primeira semana de vendas.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Slash enlouquece São Paulo

Vinícius Castelli

O público que lotou o HSBC Brasil na noite de quinta, em São Paulo, transpirou rock literalmente. O motivo foi a apresentação do guitarrista Slash. Considerado um dos melhores da atualidade, o ex-companheiro de palco de Axl Rose no Guns’N’Roses aproveitou a passagem pela cidade para divulgar seu novo trabalho de estúdio intitulado Slash.

Pontualmente às 21h30, a banda subiu ao palco e sacou Ghost, do novo disco, para abrir o show. Empunhando a eterna guitarra Les Paul e com a tão conhecida cartola sob os cabelos encaracolados, Slash tirou o fôlego das garotas presentes e fez com que os marmanjões não piscassem diante de seu ídolo.

Acompanhado do vocalista Myles Kennedy, que participou em uma faixa do novo disco do músico, Slash aproveitou para relembrar os tempos do grupo Slash's Snakepit com a Mean Bone, Sucker Train Blues, do Velvet Revolver veio em seguida.
O público, completamente enlouquecido, delirou quando Myles anunciou Nightrain, do Guns’n’ Roses. Em seguida ainda veio pesadíssima Rocket Queen, também do Guns. Só que desta vez, a canção veio recheada por improvisos dignos de uma grande banda de rock.

Civil War relembrou os tempos do Guns durante a passagem no Brasil no segundo festival Rock In Rio. Slash colocou o pé no pedal cry baby e tirou o ar dos presentes durante o belo solo de guitarra.
Voltando ao trabalho atual, Slash tocou a canção Back From Cali - gravada originalmente por Myles - e a belíssima e suave Starlight, com seu refrão grudento e poderoso.

Do novo álbum ainda vieram Nothing To Say, Beautiful Dangerous - gravada originalmente por Fergie - e We're All Gonna Die, cantada pelo ótimo baixista Todd Kerns. Depois, mais improvisos misturando peso e brisa e até arranjos com slide, proporcionando uma viagem sonora para ninguém botar defeito.

Outro clássico da antiga banda também veio a calhar: My Michelle, do Guns N' Roses, colocou o lugar abaixo. Com a composição Fall To Pieces ficou claro a força que o grupo Velvet Revolver também teve para os fãs. Executada com perfeição, a canção foi cantada em uníssono.

Mas como o melhor sempre fica para o final, não seria diferente com Slash. O músico tirou da cartola o clássico absoluto Sweet Child O'Mine, do Guns. Empunhando a guitarra para o alto, o músico fez o belo solo com toda a energia do mundo.

No bis ainda couberam três composições: By the Sword, do novo álbum, e Mr. Brownstone e Paradise City, ambas do Guns.
Ponto negativo da apresentação foi a altura da regulagem de som. Extremamente alta, incomodou bastante em alguns momentos.
Slash agradeceu, elogiou o público, improvisou e suou a camisa literalmente. Em pouco mais de duas horas de show, Slash fez solos brilhantes e mostrou que sim, sem sombra de dúvidas é um dos maiores guitarristas dos dias de hoje. Se o novo Guns’N’Roses pudesse assistir a um show de Slash, saberia que ele vai muito bem, obrigado.

Fotos: Ronaldo Chavenco

Setlist
Ghost
Mean Bone - Slash's Snakepit
Sucker Train Blues - Velvet Revolver
Nightrain - Guns N' Roses
Rocket Queen - Guns N' Roses
Civil War - Guns N' Roses
Back From Cali
Starlight
Nothing To Say
Beautiful Dangerous
We're All Gonna Die
Just Like Anything - Slash's Snakepit
My Michelle - Guns N' Roses
Fall To Pieces - Velvet Revolver
Sweet Child O'Mine - Guns N' Roses
Bis
By the Sword
Mr. Brownstone - Guns N' Roses
Paradise City - Guns N' Roses

Slayer confirma datas no Brasil


Considerados expoentes do metal no mundo, os norte-americannos do Slayer – uma das quatro bandas mais importantes do thrash metal ao lado do Metallica, Megadeth e Anthrax – desembarcam no país em junho para mostrar sua nova turnê mundial World Painted Blood Tour em apenas duas cidades: Curitiba, dia 08, no Master Hall, e São Paulo, dia 9, no Via Funchal. Os shows são mais uma realização da Mondo Entretenimento (http://www.mondoe.com.br/).
Fundada em 1981, com cinco indicações ao Grammy e duas vitórias na categoria Best Metal Performance (2007 e 2008), o Slayer lançou seu último disco em 2009 e, desde o ano passado, está em turnê. Em fevereiro último, uma infecção no ombro do guitarrista Jeff Hanneman – causada por uma picada de aranha – obrigou o músico a se submeter a uma cirurgia. Como a banda não podia desmarcar seus shows, foi recrutado Gary Holt, do Exodus, para substituí-lo.

O estilo musical de Slayer envolve variados solos de guitarra, bumbo duplo na bateria e vocais pesados. As letras e a arte dos álbuns se baseiam em temas como serial killers, satanismo, religião e a guerra, o que lhes causou diversos problemas ao longo de sua história, como proibições de álbuns, atrasos em turnês e processos judiciais, além de ser constante alvo de críticas de grupos religiosos.

Desde seu álbum de estreia em 1983, a banda lançou dois álbuns ao vivo, um box, seis videoclipes, dois EPs e onze álbuns de estúdio: quatro deles receberam disco de ouro pela RIAA. O Slayer já tocou em vários grandes festivais de música em todo o mundo, incluindo Unholy Alliance, Download festival e Ozzfest.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Roxette lança álbum de inéditas e vem ao Brasil

Dez anos após seu último álbum, a dupla pop sueca Roxette finalmente resolveu voltar ao mundo. O grupo aproveita o retorno e saca da cartola Charm Scholl (EMI Music, R$ 30 em média), seu novo disco de inéditas. Na verdade, o Roxette não desapareceu apenas. A cantora Marie Fredriksson foi diagnosticada
com tumor cerebral em 2002. Marie venceu a doença e em 2009 voltou a se reunir com seu parceiro, o vocalista, compositor e guitarrista Per Gessle durante apresentação na Holanda.

Charm School sai do forno com 12 canções. Entre elas, o single She’s Got Nothing (But The Radio). Dançante, a composição é a grande promessa do álbum. A voz da cantora, que nos anos 1980 dominou todas as rádios e que, ao lado de seu parceiro, fez com que a banda vendesse milhões de cópias com canções como Dangerous e Joyride, não teve mudanças. Na nova empreitada, a dupla não oferece novidades e nenhuma revolução musical.
A roupagem abordada nas novas canções lembra os bons momentos do Roxette. É voltar no tempo com composições como a deliciosa Only When I Dream ou Dream On, capaz de fazer qualquer cabeça balançar um bocado.
Outra boa pedida é Big Black Cadillac, com seu refrão grudento. Mas Charm School não é dançante o tempo todo, o disco desacelera delicadamente com a bela balada In My Own Way.

Aproveitando a visita que o grupo fará ao Brasil neste mês, também chega às prateleiras uma coletânea com os clássicos da banda. Roxette Collection (Som Livre, R$ 25,90 em média). O álbum chega recheado
por 14 clássicos. Entre eles Spending My Time, How Do You e o suprassumo de sua carreira: Listen To
Your Heart. Charm School também é motivo da visita que a dupla fará ao Brasil. O grupo se apresentará em São Paulo
nos dias 14 e 19 de abril, às 21h, no Credicard Hall. Ambas as datas têm ingressos esgotados. Antes disso, o grupo passa por Porto Alegre, no dia 12, toca no Rio de Janeiro, dia 16, e encerra a turnê brasileira em Belo Horizonte, no dia 17.

ED Kowalczk, a voz do LIVE, confirma shows no Brasil.

Ex-vocalista do LIVE, Ed Kowalcz, confirmou turnê em solo brasileiro. O músico passará por São Paulo, no dia 30 de junho, no HSBC Brasil.

Em São Paulo, clientes HSBC têm pré-venda exclusiva até o dia 10/04 e 20% de desconto no valor dos ingressos em todos os setores. O limite é de 04 ingressos por pessoa e a promoção não é cumulativa com outros descontos. Os ingressos custam entre R$ 100 e R$ 250, e podem ser comprados através do site http://www.ingressorapido.com.br/ e nas bilheterias da casa.

Além da capital paulista, o vocalista também se apresentará no  dia 1º de julho no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, e por fim, no dia 3 de julho no Pepsi on Stage, em Porto Alegre.

Mundialmente conhecido pelo grande sucesso que conseguiu a frente da banda. Após o lançamento de seu elogiado primeiro disco solo intitulado ALIVE, Ed volta ao país para mostrar músicas novas e sucessos como “Pain Lies On The Riverside”, “Selling the Drama”, "I Alone" e “Lightning Crashes”, entre outras do LIVE, que estarão presentes nesta tour que passará por São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.


Com o LIVE, Ed vendeu mais de 20 de milhões de discos e arrastou multidões para os seus shows pelo mundo todo. Sua última passagem por aqui foi em 2003, quando a banda foi headliner do Brasília Music Festival, tocando para mais de 60 mil pessoas. Milhares de fãs no Brasil foram marcados pelos sucessos do LIVE e uma nova geração está redescobrindo todo o material composto e gravado pelo vocalista, que vai do pop sofisticado ao rock ‘n’ roll.

terça-feira, 5 de abril de 2011

O barulho eterno do The Stooges

O barulho que Iggy Pop fez junto ao The Stooges no início da década de 1970 ecoa até hoje. Os três discos que a banda lançou entre 1969 e 1973 – The Stooges, Fun House e Raw Power – fizeram história. 
Iggy, junto dos Stooges, também é daquelas bandas das quais se encontra material perdido em algum baú
empoeirado e tempos depois é lançado. A bola da vez se chama Iggy and The Stooges – Dirty Power (Music Brokers, R$ 40 em média). A compilação de raridades chega em CD duplo, embalado em formato digipack e pronta para tirar o ar de qualquer fã.

Sujo e detonador, o primeiro disco traz sessões gravadas entre junho e julho de 1972, pouco antes do disco
Raw Power – produzido por David Bowie – ser lançado oficialmente. Época, inclusive, em que a banda mergulhou excessivamente na loucura pelo consumo de drogas, o que a levou ao fim pouco tempo depois. Canções como Tight Pants, Scene Of The Crime e I’m Sick Of You listam entre as 12 composições que recheiam o lançamento. Rock de primeira, a composição Cock In My Pocket, que assim como Open Up and Bleed e Till The End Of The Night, por exemplo, ilustram a lista das músicas que não constam em nenhum lançamento oficial da banda.

O grupo que ajudou a criar história, um novo conceito musical e influenciou diretamente o punk, também
deixou registros de ensaios. Preciosidade, o material do segundo CD é composto pelas músicas Search & Destroy, Gimme Danger, Raw Power e Death Trip. Todas elas apareceriam mais tarde no disco Raw Power. Como se não bastasse, o pacote conta ainda com versões diferentes para quatro canções dos dois primeiros discos da carreira solo de Iggy: The Passenger, China Girl, Dum Dum Boys e Baby And Sister Midnight.
Ensurdecedor, é sujeira ao melhor modo The Stooges para ninguém botar defeito.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Ozzy desfila clássicos em SP

Vinícius Castelli

Nem a chuva torrencial que caiu na cidade de São Paulo na noite de sábado foi capaz de diminuir o entusiasmo das cerca de 30 mil pessoas que lotaram a Arena Anhembi. O motivo é a lenda chamada Ozzy Osbourne. O músico voltou à Capital para divulgar Scream, seu 10° trabalho de estúdio, e pincelar preciosos clássicos de toda a carreira.

A abertura da noite ficou a cargo de Sepultura. Durante uma hora de show, a banda liderada pelo guitarrista Andreas Kisser ousou e tirou do fundo do baú canções como Arise e Dead Embrionic Cells. Até Escape To The Void, do terceiro álbum, Schizophrenia, não faltou ao repertório.

Mas o que todos queriam mesmo ver era o príncipe das trevas. Com pontualidade britânica, Ozzy deu o ar da graça às 21h30. Com camisa preta de mangas longas estampada por uma cruz, o vocalista entrou sozinho no palco, saudou seus súditos e já sacou do bolso o clássico Bark At The Moon, do disco homônimo, para a loucura dos fãs. Em seguida, apresentou o novo disco com a faixa Let Me Hear You Scream. De refrão pesado e pegajoso, foi a única do novo trabalho apresentada no show.

Enrolado em uma bandeira do Brasil, Ozzy perguntou: "Vocês sentiram a minha falta?". E então veio a sombria introdução de teclado anunciando, para a loucura de todos, o petardo Mr.Crowley, registrada em seu primeiro disco solo.
Nas costas, Ozzy carrega, além dos 62 anos e de discografia invejável, o excesso de loucura de todos os anos de rock. Mas tanto para os fãs como para o vocalista, seu andar lento e as costas pouco curvadas não abalaram a presença de palco do lendário vocalista. Carismático, o ex- Black Sabbath brincou o tempo todo com a plateia.

Uma mangueira que ficava sempre ao seu lado, serviu para encharcar o pessoal da grade com espuma, e Ozzy ainda avisou: "Não continuo (o show) se não escutar vocês". I Don''t Know, também de seu primeiro álbum solo, antecedeu o primeiro clássico do Black Sabbath no show. Fairies Wear Boots serviu para mostrar um pouco do poder de fogo de sua antiga banda.
Outra do início da carreira solo foi Suicide Solution. O novo guitarrista Gus G, no lugar de Zakk Wilde, tirou fumaça da guitarra durante os belos solos. A banda entrosada, que ainda conta com o tecladista Adam Wakeman, o baixista Rob Blascko e o ótimo baterista Tommy Clufetos, deixou claro o carinho que tem e o prazer em tocar com um dos nomes mais importantes do rock.

Road To Nowhere, presente no álbum No More Tears, fez a Arena toda cantar o refrão junto de Ozzy. Para quem achou que o músico havia esquecido de mais músicas do Black Sabbath se enganou. As sirenes anunciaram a pesada War Pigs, e os fãs cantaram a canção de ponta a ponta, inclusive os solos de guitarra.
Ozzy apresentou a banda e surpreendeu a todos com a música Shot In The Dark, canção que há anos não era incluída no setlist. O show teve direito a solo de guitarra, Gus G conquistou os presentes tocando o clássico choro Brasileirinho na guitarra.

Surpresa, a instrumental Rat Salad, também do Black Sabbath, serviu para dar tempo a Ozzy recuperar o fôlego. Ao final da canção, o bumbo da bateria chamou Ozzy de volta ao palco para que encarnasse Iron Man, um dos maiores clássicos de sua antiga banda.
Durante a canção Ozzy brincou com o episódio em que mordeu um morcego de verdade - jogado por um fã -, mas desta vez o morcego que Ozzy mordeu e jogou ao público era de borracha. O músico ainda presenteou os fãs com as músicas I Don't Want To Change The World e Crazy Train, com seus riffs poderosos de guitarra.

Mas o momento mais emocionante do espetáculo Ozzy havia guardado para o fim. Ele tirou o pé do freio, diminui o peso e puxou da manga a belíssima Mama, I''m Coming Home. Na composição, escrita para sua esposa Sharon, Ozzy mostrou delicadeza ao cantar.
Cantada em uníssono debaixo de chuva mais fraca, e com solo de guitarra de tirar o fôlego, Mama, I''m Coming Home foi capaz de arrepiar até o mais sério dos presentes naquela noite. Para encerrar, Ozzy mandou Paranoid, outro clássico do Black Sabbath.

No palco, Ozzy não trouxe parafernalha alguma, apenas pano de fundo preto e amplificadores. O músico, que brincou todo o tempo, jogou água no público, se molhou, e pediu para que os fãs gritassem e batessem palmas, deixou claro que ama o que faz e que as pratas da casa são, além de seu poderoso nome, seu carisma e suas canções únicas.

Fotos: Ronaldo Chavenco
Set list:
Bark at the Moon

Let Me Hear You Scream
Mr. Crowley
I Don't Know
Fairies Wear Boots
Suicide Solution
Road to Nowhere
War Pigs
Shot in the Dark
Rat Salad
Iron Man
I Don't Want to Change the World
Crazy Train
Mama, I'm Coming Home
Paranoid

Vagas de trabalhos na internet: Moda, tecnologia, meio ambiente e muito mais